domingo, 5 de junho de 2022

Escondem tecnologia que permite manipular o cérebro sem implantar chip

Ampliado em 12/06/2022

Em artigo de dezembro, eu disse que acreditava ter um chip implantado no meu cérebro. Agora descobri provas de que, faz pelo menos 50 anos, que não é preciso implantar nada para interferir no cérebro das pessoas.

Um livro e dois artigos jornalísticos revelam ainda descaradamente que – em vez de curar pessoas – essas tecnologias têm sido destinadas para uso político. Tanto que a respectiva pesquisa gerou um escândalo nos Estados Unidos, na década de 1970. Mas depois foi lançada no obscurantismo: o que só agravou os fatos.

Pois a manutenção dessas tecnologias e respectivos avanços científicos em segredo torna todos nós alvos fáceis: despreparados para a defesa. E ainda permite estigmatizar as vítimas – o que agrava o sofrimento e inibe as denúncias.

Em razão da gravidade desses fatos e para evitar qualquer relação com escárnios publicados na Internet contra as vítimas desse tipo de ataque, na publicação original deste artigo, eu nem mencionei a sigla V2K ou “voice to skull”, que são termos que definem a técnica usada para fazer com que ouçamos vozes em nossas cabeças.

Mas depois busquei um pouco mais e encontrei as patentes nas quais essas tecnologias estão todas registradas.

A tecnologia que permite enviar fala (ou mensagem) para o cérebro das pessoas está registrada em patente depositada em 1996 pela Força Aérea dos Estados Unidos, que foi também uma das patrocinadoras daquela obscura pesquisa.

Assim está claro que essa tecnologia tem sido destinada também para uso militar ou usada como arma.

Isso é grave. Pois localizei outro artigo da revista brasileira Superinteressante cujo título é “Assassinos Remotos”.

https://super.abril.com.br/ciencia/assassinos-remotos/

Esse artigo é de 2005 e se refere ao MK-Ultra, um programa da CIA (agência de inteligência do Governo dos Estados Unidos para controle da mente alheia (ou o comportamento das pessoas).

Dizem que os assassinos de importantes personalidade, como John e Robert Kennedy, o ex-beatle John Lennon e o ativista Martin Luther King alegaram que ouviram vozes que os levaram a cometer aqueles crimes.

Mas nem mencionam o referido livro, nem essas patentes, nem as técnicas nelas abordadas. Em vez disso, consta nesse artigo: “As únicas “provas” existentes são os depoimentos dos criminosos.” E dizem ainda:

Conspirólogos acreditam que os pesquisadores não cessaram as experiências depois da investigação no Congresso. Nos anos seguintes, eles teriam obtido resultados significativos com a estimulação eletrônica do cérebro por meio do implante de uma pequena sonda na cabeça. Um dispositivo eletrônico acionado por ondas de rádio controlaria emoções como a ira, o desejo sexual e o cansaço. Novos avanços introduziram as microondas, combinadas com os conhecidos estudos do MK Ultra sobre hipnose. As palavras do hipnotizador chegariam ao cérebro por eletromagnetismo, sem nenhum dispositivo receptor implantado. Assim, o serviço de inteligência interviria na mente a distância, sem que a pessoa controlada percebesse, e acabaria com provas materiais, como chips e sondas. Os documentos recuperados da fogueira em 1972 não esclarecem muito. O que se sabe é que a CIA trabalhou no MK Ultra em plena Guerra Fria, visando conter o avanço do comunismo. O alvo principal seria Fidel Castro. Ironicamente, o líder cubano está vivo até hoje.

O artigo da URL abaixo é atual, também aborda o MK-Ultra e tampouco menciona a existência dessas patentes e livro.

https://super.abril.com.br/ciencia/mk-ultra-o-projeto-de-controle-da-mente/

O fato é que as patentes são publicadas apenas em órgãos especializados. Assim podem permanecer desconhecidas.

Conforme já fiz constar no original dessa publicação, hoje até mesmo um artigo publicado em site da Universidade Federal de São Carlos (SP) refere-se a pessoas que ouvem vozes como doentes psiquiátricos. E nada dizem sobre a possibilidade de um ouvidor de vozes ser alvo desse tipo de tecnologia.

Os ataques que venho relatando neste blog, desde dezembro de 2020, mostram que sou também vítima e testemunha de fatos relacionados. Mas evitei mencionar minha filha. Pois os ataques contra ela começaram mais de dois anos antes e tiveram consequências muito mais graves.

Em dezembro de 2020, ela estava seguindo tratamento prescrito em sua primeira internação e proibiu-me de mencioná-la.

Ela foi internada um dia depois de realizar atos que geraram um incêndio que destruiu nossa casa, onde ficavam também meu ateliê e escritório.

Mas estive alerta, buscando logo meios de defesa, por causa da coincidência com relatos que ela me fez, a partir de novembro de 2018, quando entrou em crise.

Tudo o que venho testemunhando em relação a ela me deixa convicta de que – além de praticarem outros crimes graves, conforme venho relatando – estão usando essas tecnologias no mínimo para agravar predisposição à doença psiquiátrica.

Assim estou incluindo nesta data um PS (ao final) com mais informações sobre as referidas patentes e outras duas.

As entrevistas são também pouco conhecidas porque foram publicadas em órgãos especializados em Ciência e Tecnologia e Arte e Cultura. Mas são órgãos importantes nessas áreas em que atuam.

A primeira entrevista (de 2001) foi publicada no site da ONG Cabinet Magazine, que tem sede em Nova Yorque e Berlim. A outra (de 2005) foi publicada na revista Scientific American, em cujo site consta que essa revista foi fundada em 1845 e que é “a mais antiga revista publicada continuamente nos Estados Unidos”.

Os artigos que demonstram a atual ocultação dessas tecnologias e avanços científicos foram todos publicados no El Pais, que se autointitula “O jornal global”. Pois, além da Espanha (país de origem), está presente em diversos países das Américas.

Precisamos divulgar

As três principais patentes já caíram em domínio público, desde 2018. Isso significa que qualquer pessoa pode explorar essas tecnologias sem pagar nada para depositantes e inventores. Com isso, o problema tende a agravar-se.

Conforme já informei em nota anterior neste blog (URL abaixo), apresentei agora uma petição para o Ministério Público da Comarca de São José, SC, que foi autuada sob número 05.2022.00018730-1.

http://www.soniardecastro.website/2022/05/novas-possibilidades-para-identificacao.html

Mas todos podemos contribuir para estimular outras denúncias e acabar com a estigmatização das vítimas divulgando essas patentes (vide o PS) e os referidos artigos e livro, cujos detalhes mostro após os esclarecimentos que seguem.


Esclarecimentos

Esclareço que, em referência à origem dessa tecnologia, uso termos como “consta que” e outros similares, em respeito às vítimas do holocausto, considerando:

1 - que os avanços tecnológicos em questão surgiram no período que precedeu a II Guerra e foram testados no período posterior.

2 – que notícias sobre retenção de bens de sobreviventes e de “herdeiros” das vítimas do Holocausto circularam na década de 1990 – ou seja, mais de 40 anos depois do fim da II Guerra. E ainda a distribuição de um fundo envolvendo dinheiro depositado na Suíça foi noticiada em 2013 e promovida por membro do Judiciário dos Estados Unidos (assim como a questão tratada no filme “A Dama Dourada”, relativa a um quadro com retrato de uma parente de herdeira requerente).

3 - a facilidade ainda maior para ocultar a usurpação de bens intangíveis, como a propriedade intelectual.

4 - o destaque de Israel no setor de inovação, que comprova o talento natural do povo judaico nessa área.

5 - a negligência do pretenso autor em relação à preservação da memória da obra científica e tecnológica em questão.

6 – que o próprio Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI-BR), em janeiro deste ano, violou a lei de direito autoral (artigo 184 do Código Penal e artigo 27 da lei 9.610), usurpando o meu direito relativo ao objeto do pedido de patente PI 0206119-8, em favor de estrangeiros – funcionários ou ex-funcionários da Alphabet (Google) –, ao conceder para a Softbank a patente 112015028320-9 (reivindicações 8 até 14);

7 - a obscuridade somada à extrema ousadia em torno dos fatos que reporto a seguir.


Origem da pesquisa

Consta que o fisiologista suíço Walter Rudolf Hess, no final da década de 1920, demonstrou que poderia “provocar comportamentos como raiva, fome e sonolência em gatos, estimulando eletricamente diferentes pontos em seus cérebros com fios”. Em razão disso, ele recebeu metade de um Prêmio Nobel em 1949.

Esse experimento teria sido aperfeiçoado pelo “cientista” espanhol José Manuel Rodríguez Delgado. Este liderou uma pesquisa realizada na Universidade de Yale, Estados Unidos, com participação de cientistas de outros países entre as décadas de 1950 e meados de 1970.


O livro e a pesquisa

Em introdução à obra “PHYSICAL CONTROL OF THE MIND Toward a Psychocivilized Society”, consta “agradecimento” aos então colaboradores mais recentes e suas respectivas origens: Reino Unido, Estônia (que ainda era parte da URSS), Estados Unidos, Japão, Índia, Chile e outros dois eram também espanhóis. Consta também a já referida informação de que a Força Aérea dos Estados Unidos contribuiu financeiramente para a realização dessa pesquisa.

No site https://sites.google.com/site/controlemental/ há cópia de uma edição em português, URL: https://drive.google.com/file/d/0Bz_w-HQ73cliODRlMDQ0OTItNDczMC00YzMxLWI0NTMtZWRjNTAxOTQ0ODcw/view?usp=drive_open&hl=en_USv

O artigo da URL abaixo trata de uma apresentação que o Dr. Delgado fez no ano de 1963, numa praça de touros na Espanha, usando um rádio para interromper a investida de um touro, por controle remoto, usando um equipamento denominado stimoceiver – que é um invento atribuído a ele.

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/cientista-touro-controlado-radio-cibernetico-tourada.phtml

Em 1963 eles ainda implantavam eletrodos, por meio de cirurgia no cérebro. Mas, na primeira metade da década de 1970, o Dr. Delgado já se viu ameaçado por processo movido por uma das pessoas que o acusaram de usá-las como cobaias sem autorização.

E então – apesar de ocupar uma importante posição na Universidade de Yale e de ser reconhecido como um grande “cientista e inventor” – ele foi trabalhar para o governo da Espanha, ainda na ditadura de Franco.


O foco político da pesquisa

No livro (“PHYSICAL CONTROL OF THE MIND Toward a Psychocivilized Society”), há referência a aplicações clínicas, mas soam mais como um pretexto ou paliativo para a crítica. Pois está muito evidente que o foco dessa pesquisa é absolutamente político. A começar pelo título, cuja segunda parte é traduzida por “Rumo a uma Sociedade Psicocivilizada”.

E esses são os títulos da Parte I:

“EVOLUÇÃO MENTAL: 1. Destino Natural versus Controle Humano: O Processo de Libertação e Dominação Ecológica, Liberdade de escolha, Consciência, Responsabilidade, Acumulação de Poder; 2. O desequilíbrio entre material e mental Evolução; 3· Liberação Mental e Dominação”.

Em introdução à Parte III: “Controle Experimental das Funções Cerebrais em Indivíduos Ativos”, ele faz referências ao uso de outros aparelhos de controle remoto, em seguida, diz o seguinte:

Essas realizações devem familiarizar-nos com a ideia de que também podemos controlar as funções biológicas dos organismos vivos à distância. (…) sob a influência de impulsos elétricos atingindo as profundezas de seus cérebros através de ondas de rádio enviadas propositalmente por um investigador.

Os últimos capítulos são muito específicos. Colo a seguir alguns trechos mais ilustrativos.

 

 


“QUEM EXERCERÁ O PODER? (…) essencial que as informações (...) sejam compartilhadas por todos.” Isso ilustra a extrema gravidade da manutenção dessas informações e tecnologia em segredo ou na obscuridade nessas últimas cinco décadas. Os trechos a seguir são do capítulo 21: “Considerações Éticas”:


 

Entrevista de 2001

Essa URL abaixo é da entrevista da Cabinet Magazine (em inglês). Foi feita por dois escritores suecos em 2001, quando Dr. Delgado ainda permanecia morando na Espanha.

https://www.cabinetmagazine.org/issues/2/bartas_ekman_delgado.php

Segue tradução de alguns trechos ilustrativos.

Delgado silencia sobre o artigo que apareceu na revista mensal espanhola Tiempo no ano passado, relativo a exatamente essas acusações [sobre interferência criminosa no cérebro alheio]. O repórter do Tiempo afirmou que Delgado tem ligações com a polícia secreta espanhola”.

Delgado is silent about the article that appeared in the Spanish monthly magazine Tiempo last year, where he was interviewed about exactly such accusations. The Tiempo reporter claimed that Delgado has ties with the Spanish secret police.

(…)

O livro [“Controle Físico da Mente – Rumo a uma Sociedade Psicocivilizada”] vem acumulando poeira há 30 anos na biblioteca de psicologia da universidade: nunca foi aberto. É um livro perturbador, menos por causa de suas fotografias de experimentos com animais do que por causa do tom triunfal [sic] da escrita. Delgado discute como conseguimos domar e civilizar nossa natureza circundante. Agora é hora civilizar nosso ser interior. O cientista se vê à beira de uma nova era em que os humanos sofrem “psico-civilização” ligando seus cérebros diretamente a máquinas.

(…)

Em um especial da CNN de 1985 chamado “Armas eletromagnéticas e controle mental”, o repórter disse que os experimentos de Delgado se limitavam a animais. Não há tampouco nada nos artigos publicados em sites que indicam até onde Delgado foi em sua pesquisa. Seus experimentos em humanos parecem ter caído numa estranha amnésia coletiva. Mas qualquer um pode entrar em qualquer biblioteca de centro médico americano bem abastecido e retirar relatórios e artigos do próprio Delgado sobre o assunto. Lá podemos encontrar descrições francas e abertas de como ele passou de experimentos em animais para humanos...

(...)

Após uma série de experimentos espetaculares com animais nas Bermudas, Delgado escreveu: “Se você inserir eletrodos diretamente no cérebro de gatos e macacos, eles se comportarão como brinquedos eletrônicos. Uma série inteira das funções motoras podem ser acionadas com base em qual botão o experimentador aperta. Isso se aplica a todos partes do corpo: patas dianteiras e traseiras, a cauda, as partes traseiras, a cabeça e as orelhas”.

(…)

Os eletrodos foram inseridos no cérebro do macaco e conectados a um instrumento que Delgado chamou de stimoceiver. O stimoceiver era um instrumento ideal para comunicação bidirecional. Pesquisadores podiam interferir e ao mesmo tempo registrar a atividade no cérebro. Em protótipos anteriores, os animais eram conectados por fios. Depois foi desenvolvido um modelo com controle remoto que podia enviar e receber sinais de ondas de rádio FM. O dispositivo foi desenvolvido a partir do equipamento telemétrico utilizado para enviar sinais de e para os astronautas no espaço. “Já estabelecemos contato por rádio com o espaço; agora é hora de estabelecer contato com o cérebro humano”, era um refrão recorrente nos artigos de Delgado.

Há muita contradição no teor dessa entrevista, como se pode ver nesses trechos:

“Quando você parou os experimentos do stimoceiver?” nós perguntamos a ele. Para nossa surpresa, ele responde indignado por ainda não o ter feito. “Depois de Yale, continuei meus experimentos aqui na Espanha, em ambos: animais e humanos”.

“When did you stop the stimoceiver experiments?” we ask him. To our surprise, he responds indignantly that he has yet to do so. “After Yale, I have continued my experiments here in Spain, both on animals and on humans.”

Mas, logo depois, consta:

Nós o levamos a uma discussão sobre seus próprios pacientes. Delgado nos interrompe: “Nunca fiz experimentos em pessoas.

(We lead him to a discussion of his own patients. Delgado interrupts us: “I have never done experiments on people.”).

(...)

Um momento depois, estamos sentados no sofá. Delgado admite que nenhuma aplicação útil do stimoceiver saiu de sua pesquisa. “Sabíamos muito pouco sobre o cérebro. É muito complicado de ser controlado. Nunca sabíamos em quais partes do cérebro estávamos atuando com o stimoceiver. Nem sequer conseguimos evitar ataques epiléticos, o que pensávamos ser o mais simples das coisas. Nunca encontramos a área onde os ataques de epilepsia se originam.” Ele diz tudo isso sem um traço de amargura, como se fosse de passagem.

Ficamos surpresos com sua atitude casual em relação ao stimoceiver, que nas décadas de 1960 e 1970 foi anunciado como uma grande contribuição para a ciência.

(...)

...Sua esposa disse: “Você se lembra de como nós pensávamos em Franco? Imagine poder desligar o Generalíssimo." Delgado respondeu: “Mas quem poderia ter colocado os eletrodos no ditador? Com a radiação eletromagnética poderíamos ter controlado o ditador à distância. Fizemos alguns experimentos em Yale onde influenciamos o cérebro a até 30 metros de distância.”

(...Do you remember how we thought of Franco?” says his wife. “Imagine being able to turn off the Generalissimo.” Delgado responds “But who could have put the electrodes into the dictator? With electromagnetic radiation we could have controlled the dictator from a distance. We did some experiments at Yale where we influenced the brain from up to 30 meters away.)


Obscuro aperfeiçoamento nos Estados Unidos e na Rússia

No trecho que segue, pode-se entender melhor isso que ele diz sobre a dificuldade que haveria para implantar eletrodos no cérebro de um ditador e sobre superar essa dificuldade usando radiação eletromagnética. Está quase ao final dessa entrevista de 2001:

Perguntamos sobre a pesquisa de Delgado no campo eletromagnético e seus efeitos nas pessoas. “Eu poderia ainda fazer com a radiação eletromagnética o que fiz com o stimoceiver. É muito melhor porque não há necessidade de cirurgia” [ou seja, já não era mais preciso implantar nada no cérebro], explica. “Eu poderia fazer macacos dormirem. Mas parei com essa linha de pesquisa há quinze anos. Mas tenho certeza de que eles fizeram muito mais pesquisas sobre isso nos EUA e na Rússia.”

(We take up Delgado’s research on electromagnetic fields and their effect on people. “I could later do with electro-magnetic radiation what I did with the stimoceiver. It’s much better because there’s no need for surgery,” he explains. “I could make apes go to sleep. But I stopped that line of research fifteen years ago. But I’m sure they’ve done a lot more research on this in both the US and Russia.”)


A entrevista de 2005

A entrevista das URLs abaixo o Dr. Delgado concedeu a um repórter da revista Scientific American em 2005, depois que voltou a morar nos Estados Unidos. A única informação da entrevista anterior que é negada nessa é relativa a depoimento ao Congresso dos Estados Unidos em investigação sobre o Programa MK-Ultra.

https://www.scientificamerican.com/article/the-forgotten-era-of-brai/ 

Completa em PDF: 

 https://www.wireheading.com/delgado/brainchips.pdf

No artigo publicado este ano pela revista Superinteressante, consta que a investigação do Congresso dos Estados Unidos sobre o programa MK-Ultra teria sido iniciada em 1975, (https://super.abril.com.br/ciencia/mk-ultra-o-projeto-de-controle-da-mente/).

Mas – no outro artigo (“Assassinos Remotos”, que a Superinteressante também publicou em 2005: https://super.abril.com.br/ciencia/assassinos-remotos/) – consta que essa investigação teria sido iniciada em 1973.

O retorno do Dr. Delgado para a Espanha foi em 1974, conforme consta no início dessa entrevita da Scientific American.

Dizem também que ele desapareceu por décadas e que aqueles que o conheceram nos Estados Unidos acreditavam que ele estivesse morto. Mais adiante consta:

Exceto por esses flashes de publicidade, no entanto, o trabalho de Delgado não recebeu mais a atenção que teve no passado. Ainda que ele tenha continuado a publicar artigos – especialmente sobre os efeitos da radiação eletromagnética na cognição, no comportamento e no crescimento – muitos apareceram apenas em revistas espanholas.

Eles concluem com citações que refletem a natureza da obra o Dr. Delgado

Nós devemos tentar evitar que governos autoritários abusem de tecnologias potencialmente destrutivas para ganhar mais poder ou que terroristas as utilizem para causar destruição. Mas a natureza humana, afirma Delgado, ecoando um dos temas de Controle Físico, não é estática, mas “dinâmica”, em constante mudança como resultado de nossa autoexploração compulsiva. "Vocês podem evitar o conhecimento?” pergunta Delgado. "Vocês não podem! Você pode evitar a tecnologia? Vocês não podem! As coisas vão seguir em frente apesar da ética, apesar de suas crenças, apesar de tudo”.

Entendo que não é preciso analisar muito as entrelinhas para ver que ele afirma que o abuso deveria ser evitado mas que já ocorria – a revelia de tudo o que é certo e justo – porque a tecnologia já foi desenvolvida: como se fôssemos incapazes de estabelecer regras e exigir sua aplicação.

Nesse trecho abaixo, vê-se que essa pessoa – reconhecida como autor de tão importantes avanços – admitiu em 2005 (já aos 90 anos de idade) que seu trabalho passou a ser tão desconhecido que ele já nem era mais citado. Ou seja: reconheceu que profissionais e acadêmicos passaram a ignorar seu trabalho. Certamente ele tinha poder para atingir a grande mídia. Mas deixou a morte atingi-lo sem fazer nada disso.

Delgado, que deixou de fazer pesquisa no início dos anos 1990, mas ainda segue no campo da estimulação cerebral, acredita que pesquisadores modernos não citam seus estudos, não por causa de suas controvérsias, mas simplesmente por ignorância; afinal, bancos de dados mais modernos não incluem publicações de seu apogeu na anos 1950 e 1960.

Nisso fica claro também que aquela revista denominada “científica” reconheceu que essa importante pesquisa passou a ser omitida, dos “bancos de dados”, ficando inacessível até mesmo para acadêmicos. E anunciou isso sem censurar esse fato.

Mas os governos gastam muito com tratamento e assistência a doentes psiquiátricos. Os pacientes sofrem e essa doença ainda afeta a vida de seus familiares. O interesse em esconder essas informações é, portanto, absolutamente contrário ao interesse público. Só pode visar a satisfazer interesse mesquinho de minorias.

A simples divulgação em massa já acabaria com o constrangimento causado pela estigmatização das vítimas, podendo até fazer com que percam o interesse em sua obscura aplicação. Mas também, por certo – além de estimular denúncias, nos casos de uso abusivo – estimularia pesquisas visando ao seu aperfeiçoamento para uso terapêutico.

 

Atual e completa ocultação desse “cientista” e dos avanços que anunciou

Mas hoje o Dr. Delgado e essa obra nem mesmo são mencionados em discussão sobre a matéria de sua pesquisa, em jornal internacional sediado na Espanha, como se vê no artigo datado de fevereiro de 2020 do jornal El País, nessa URL:

https://brasil.elpais.com/ciencia/2020-02-13/por-que-e-preciso-proibir-que-manipulem-nosso-cerebro-antes-que-isso-seja-possivel.html


Recriação da liderança da Espanha e Estados Unidos na pesquisa

E ainda o interesse da Espanha – como país de origem do líder de importante pesquisa internacional sobre essa matéria – e o interesse dos Estados Unidos, como sede dessa pesquisa, estão recriados na atualidade. Mudaram apenas a pessoa envolvida, que hoje é Rafael Yuste.

Como se vê em entrevista nessa URL abaixo, Rafael Yuste faz muitas referências à Cajal, que é o mesmo cientista espanhol também citado em “agradecimentos” pelo Dr. Delgado em 'PHYSICAL CONTROL OF THE MIND. Mas nem menciona esse seu predecessor.

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/26/eps/1485437904_437477.html

Numa pergunta muito específica sobre a razão de liderar tal pesquisa, ele refere-se apenas ao fato de ser espanhol. E ainda faz manifestações absolutamente inapropriadas, de cunho preconceituoso e até homofóbico, neste termos: “Olha, venho de um país onde as pessoas correm na frente dos touros. Não somos um país de maricas...”.


Ainda assim, há importante alerta no primeiro artigo de El País

Eu já comentei o primeiro artigo de El País em artigo que publiquei em dezembro neste blog.

www.soniardecastro.website/2021/12/sou-alvo-de-chantagem-e-tentativa-de.html

Então – ainda sem conhecer a referida pesquisa do século passado – eu já dei ênfase ao obscurantismo em torno do tema, com base em artigos sobre pesquisas realizadas na atualidade. Uma das mais importantes ocorreu aqui mesmo no Brasil.

Mas nem me dei conta de absurdos contidos nesse artigo do El País. Pois foi ainda um dos mais esclarecedores que encontrei – o único que trata do aspecto ético dessa questão. E só agora decidi verificar alguns de seus links.

Há um link com o texto “segredos do cérebro”, que conduz para um artigo no qual também consta referência a Cajal, mas tampouco mencionam o Dr. Delgado. E dão ênfase aos fármacos. As descobertas demonstradas pelo Dr. Delgado eles anunciam como se fossem apenas uma promessa para o futuro (https://brasil.elpais.com/ciencia/2020-02-05/o-cerebro-tem-doencas-que-afetam-a-alma-te-destroem-como-individuo.html).

Em trechos que se referem a Rafael Yuste (o atual substituto da importante posição internacional ocupada pelo Dr. Delgado), há um link com o texto “manipular o comportamento de ratos” que, como uma absurda ironia, conduz para um artigo com questionamentos filosóficos sobre o sofrimento de cobaias em laboratórios e de touros em arenas.

Apesar das referências a grandes avanços, nada consta sobre aquela pesquisa. Muito menos reconhecem os importantes avanços demonstrados há quase 60 anos.

Ainda assim e por mais que a posição de Rafael Yuste soe artificial, entendo que é preciso considerar com muita seriedade aquilo que ele revela e suas advertências.

Sobretudo porque consta nesse artigo: “...Em 2014, cientistas espanhóis conseguiram transmitir “oi” diretamente do cérebro de um indivíduo ao de outro, situado a 7700 quilômetros de distância, por meio de impulsos elétricos”.

https://brasil.elpais.com/ciencia/2020-02-13/por-que-e-preciso-proibir-que-manipulem-nosso-cerebro-antes-que-isso-seja-possivel.html

 

Está assim superado o impedimento para a violação!

Pois, no artigo de 2005, o impedimento referido pelo Dr. Delgado para a interferência abusiva, desautorizada, por meio de “pulsos eletromagnéticos” seria a distância, conforme segue:

Delgado ainda não conseguiu escapar inteiramente da controvérsia. Em meados da década de 1980, um artigo na revista Omni e documentários pela BBC e CNN citaram a obra de Delgado como prova circunstancial de que os EUA e a União Soviética teriam desenvolvido secretamente métodos para modificar remotamente os pensamentos das pessoas. Lembrando que o poder e a precisão dos pulsos eletromagnéticos diminui rapidamente com a distância, Delgado descarta essas alegações de controle mental como "ficção científica."

(Delgado still could not entirely escape controversy. In the mid-1980s an article in the magazine Omni and documentaries by the BBC and CNN cited Delgado’s work as circumstantial evidence that the U.S. and Soviet Union might have secretly developed methods for remotely modifying people’s thoughts. Noting that the power and precision of electromagnetic pulses decline rapidly with distance, Delgado dismisses these mind-control claims as “science fiction.”)

No PS (mais adiante), faço constar também dados de patente depositada já em 1998 na qual a técnica para fazer isso está registrada.


Desqualificação de pessoas que ouvem vozes

Apesar de tudo isso, em busca pelos termos ouvir vozes no Google, os artigos que se encontra referem-se a doença mental ou sugerem isso.

O artigo da da URL abaixo é da Universidade Federal de São Carlos. A pesquisa que abordei no artigo de dezembro foi realizada na USP da mesma cidade. Mas nem mencionam a  referida tecnologia registrada em patente depositada, já em 1996, pela Força Aérea dos Estados Unidos, que permite fazer as pessoas ouvirem vozes.

https://www.informasus.ufscar.br/a-experiencia-de-ouvir-vozes-e-as-possibilidades-de-enfrentamento/

Começam qualificando os envolvidos como “pessoas em sofrimento psíquico grave”. E depois consta: “Na psiquiatria, esse é um dos sintomas de psicose, as chamadas alucinações auditivas, que na maioria das vezes, em combinação com outros sintomas, auxilia o psiquiatra na construção de uma hipótese de diagnóstico.”

Mais adiante consta: “...a experiência não é discutida pela ótica da patologia (ainda que não se trate de negar a existência de um transtorno mental)”. Esse comentário ainda é seguido disso: “...O PROCESSO DE ACEITAÇÃO DAS VOZES É EFICAZ” e ao final dizem:

...a aceitação e a compreensão das vozes como uma experiência pode direcionar a mudança pessoal e a recuperação de vivências positivas na vida dos ouvidores, além de fortalecer sua autoestima e estimular a participação e a inclusão social.

Mas aceitar é permitir que anônimos se apossem da própria existência. Está claro que essa orientação facilita a ação dos que se prevalecem de tecnologia para perseguir e interferir na vida alheia. Pela minha experiência, estou certa de que o único meio de seguir a própria vida com saúde mental é ignorando as vozes.

E se pode concluir o mesmo com base em outros trechos desse mesmo artigo, como esse do segundo parágrafo:

...As vozes podem ser ameaçadoras, hostis, controladoras e podem diminuir a autoestima e a autonomia dos que as ouvem, além de fazer com que acabem se afastando do trabalho, da vida familiar e da vida social. Infelizmente, a pessoa que ouve vozes é vista pela sociedade de forma estigmatizada e preconceituosa, sendo tachada como “louca” ou sendo caracterizada ou denominada por uma hipótese de diagnóstico (por exemplo: “aquele esquizofrênico”), o que faz com que muitos ouvidores escondam tal experiência.

...muitos ouvidores, mesmo quando medicados, continuam se queixando das vozes, APONTANDO DIFICULDADES E PREJUÍZOS NA ROTINA COTIDIANA POR INTERFERÊNCIA DELAS, se isolando da vida familiar e da vida social e vivenciando grande sofrimento psíquico por não compreender e não saber lidar com esse fenômeno.

Concluo com uma intrigante citação da página 166 da versão em português do referido livro:

“O velho sonho de um indivíduo dominando a força de um ditador por controle remoto foi realizado, pelo menos em nosso colônias de macacos, por uma combinação de neurocirurgia e eletrônica, demonstrando a possibilidade de manipulação instrumental intra-espécie da organização hierárquica.”

(The old dream of an individual overpowering the strength of a dictator by remote control has been fulfilled, at least in our monkey colonies, by a combination of neurosurgery and electronics, demonstrating the possibility of intraspecies instrumental manipulation of hierarchical organization.  

QUEM SONHA EM DOMINAR A “FORÇA DE UM DITADOR”? QUEM DOMINA OS “LÍDERES” DA ATUALIDADE?


PS: Patentes de tecnologia de manipulação da mente alheia, leitura de pensamento, voz intrusiva no cérebro e de conversa telepática à distância

1 - Manipulação mental e leitura de pensamento (depositada em 1974, número US3951134). Essa é a patente na qual está registrado método e aparelho que permitem manipular remotamente o cérebro e ler o pensamento das pessoas.

O seu teor completo pode ser acessado pelas URLs abaixo.

https://patentimages.storage.googleapis.com/80/46/32/d4239f3ec5eb79/US3951134.pdf

https://patents.google.com/patent/US3951134A/pt

Logo no início (subtítulo BACKGROUND OF THE INVENTION), referindo-se a desafios que essa técnica resolveria, dizem, entre outros, que até então não era possível medir as ondas cerebrais de uma pessoa enquanto ela estivesse consciente, sem que a pessoa se apercebesse dessa intrusão.

Converti para o português mais alguns trechos relevantes:

SUMARIO DA INVENÇÃO

A presente invenção refere-se a um aparelho e um método para monitorar ondas cerebrais em que todos os componentes do aparelho empregado estão distantes do sujeito de teste. Mais especificamente, os transmissores de alta frequência são operados para irradiar energia eletromagnética de diferentes frequências através de antenas que são capazes de escanear todo o cérebro do sujeito de teste ou qualquer região desejada do mesmo.

Os sinais de diferentes frequências penetram no crânio do sujeito e atingem o cérebro onde se misturam para produzir uma onda de interferência modulada por radiações da atividade elétrica natural do cérebro.

A onda de interferência modulada é retransmitida pelo cérebro e recebida por uma antena em uma estação remota onde é demodulada e processada para fornecer um perfil das ondas cerebrais do sujeito.

Além de monitorar passivamente suas ondas cerebrais, os processos neurológicos do sujeito podem ser afetados pela transmissão para seu cérebro, por meio de um transmissor, de sinais compensatórios. Os últimos sinais podem ser derivados das ondas cerebrais recebidas e processadas.

OBJETOS DA INVENÇÃO

É, portanto, um objetivo da invenção monitorar remotamente a atividade elétrica em todo o cérebro ou em regiões locais selecionadas do mesmo com uma única medição. Outro objeto é o monitoramento da atividade das ondas cerebrais de um sujeito por meio da transmissão e recepção de ondas eletromagnéticas. Ainda outro objetivo é monitorar a atividade das ondas cerebrais de uma posição distante do sujeito. Um outro objetivo é fornecer um método e aparelho para afetar a atividade das ondas cerebrais pela transmissão de sinais eletromagnéticos para os mesmos.

No penúltimo parágrafo do subtítulo DESCRIPTION OF THE PREFERRED EMBODIMENT, consta:

Demoduladores apropriados podem ser usados para decifrar a atividade cerebral do sujeito e selecionar componentes de suas ondas cerebrais que podem ser analisados por computador para determinar seu estado mental e monitorar seus processos de pensamento.

(Appropriate demodulators may be used to decipher the subject's brain activity and select components of his brain waves may be analyzed by computer to determine his mental state and monitor his thought processes).

Encontrei citação de outro autor que confirma que essa tecnologia registrada nessa patente depositada em 1974 já permitia ler o pensamento das pessoas. Está no texto do pedido de patente US20200275874A1, no subtítulo BACKGROUND OF THE PRESENT INVENTION (parágrafo 14).

https://patents.google.com/patent/US20200275874A1/en?oq=US20200275874

https://patentimages.storage.googleapis.com/d9/87/3b/bc71cd4dd65349/US20200275874A1.pdf

Essa é a tradução:

"A patente de tecnologia pública dos EUA para leitura remota de pensamentos humanos é a Patente dos EUA. No. 3.951.134A: Aparelho e método para monitoramento remoto e alteração de ondas cerebrais."

(“2. The US public technology patent for remote reading human thoughts is U.S. Pat. No. 3,951,134A: Apparatus and method for remotely monitoring and altering brain waves.”)

No mesmo subtítulo desse pedido de patente (parágrafo 0008), consta: “como impressões digitais, a frequência de onda característica do cérebro de cada pessoa é diferente (“like fingerprints, each person's brain characteristic wave frequency is different.).

Por isso, uma mensagem em formato de ondas cerebrais – ao ser convertida para radiofrequência – pode atingir apenas uma pessoa no meio de uma multidão.

O autor desse pedido de patente atual é Da Li. Pelo que pude encontrar pela Internet, trata-se de um chinês que cursa especialização na Universidade Michigan (Estados Unidos).


2 - Patente de voz intrusiva no cérebro (depositada em 1996) Essa é a patente depositada pela Força Aérea dos Estados Unidos. O número é US6470214B1.

Duas versões de arquivo estão disponíveis nas URLs abaixo

https://patents.google.com/patent/US6470214B1/en

https://patentimages.storage.googleapis.com/00/24/7c/4cf02f4210343e/US6470214.pdf

O texto dessa patente contém termos muito técnicos. Mas a base é muito similar a da patente anterior. Todo o processo é feito por radiofrequência, sem necessitar de nada implantado nem colado na vítima.

Está registrado no texto o processo de conversão em radiofrequência de ondas cerebrais relacionadas à fala, usando um demodulador, que é um termo referido também no texto da patente anterior (demodulator). Com essa conversão, fica possível enviar mensagens para o cérebro das pessoas, fazendo com que ouçam vozes.

 Esses desenhos são bem ilustrativos:

 

 

 

3 – Patente de conversa telepática à distância (depositada em 1998). O número é US6011991A.

Duas versões de arquivo estão disponíveis nas URLs abaixo:

https://patents.google.com/patent/US6011991A/en

https://patentimages.storage.googleapis.com/e3/51/15/203c5f410055de/US6011991.pdf

Essa realiza aquilo que está referido no artigo de El País sobre comunicação telepática à distância. Para isso, faz conexão com satélite.

Apenas essa técnica, entre as três patentes referidas, exige a inclusão de sensores nas pessoas envolvidas. Mas podem ser apenas colocados muito perto das pessoas, ou colados, ou inseridos abaixo da pele ou do couro cabeludo.

No texto dessa patente consta que é indispensável que haja ao menos um sensor. Mas que o ideal seria usar vários sensores.


Agradecimento

Agradeço o profissional de ilusionismo ou mágica Dom Samuka (https://linktr.ee/DomSamuka), amigo de minha filha, pois sua ajuda me permitiu chegar a essas informações.


terça-feira, 31 de maio de 2022

Novas possibilidades para identificar a origem dos ataques que venho relatando

Teor ampliado em 01/06/22

Em nota de dezembro, relatei o grande alívio que obtive com o desligamento do wi-fi e do celular. Mas durou pouco. Ficou evidente que eles deram um jeito de colocar rede no local.

Agora consegui identificar algumas redes estranhas, por meio do aplicativo ElectroSmart, que obtive na Play Store.

Usando só as funções gratuitas, esse aplicativo informa o índice de radiação no ambiente e indica as fontes, informando o nome das redes.

Em alguns momentos e pontos do imóvel, as redes estranhas geram radiação tão alta quanto a do meu wi-fi. Mas as casas dos dois vizinhos mais próximos ficam a 37 e 70 metros de distância.

Quando desligo o wi-fi e mantenho o celular ligado, o aplicativo informa radiação com origem na operadora de celular, mas que é classificada como wi-fi, numa estatística diária apresentada pelo ElectroSmart.

Parece-me que eles conseguem transformar o meu próprio celular em wi-fi. Em várias ocasiões também encontrei o botão Bluetooth ligado, sem que eu o tenha feito.

Já informei esses fatos para o Ministério Público da Comarca de São José. Juntei a um procedimento que apresentei antes e está na 1ª Promotoria de Justiça. Foi autuado sob número 05.2022.00018730-1.


Possibilidade de ver elementos de ambiente virtual

Há outro aplicativo que pode tornar-se essencial, pois, conforme o artigo do link abaixo, ele exibe os elementos virtuais presentes num ambiente físico. E o que tenho vivenciado nos últimos meses deixa-me convicta de que já é possível invadir ambientes físicos por meio de tecnologia 3d.

https://www.archdaily.com.br/br/779948/aplicativo-mostra-os-ambientes-digitais-criados-pelas-ondas-de-radio-em-tempo-real

Mas, por questões técnicas, ainda não consegui testar esse aplicativo – que se chama Architecture of Radio.


Melhoria na proteção

Consegui melhorar todas as peças de proteção que uso, introduzindo plástico entre as camadas de metal. Encontrei instrução para isso em artigo do site wikiHow sobre Gaiola de Faraday (https://pt.c.com/Fazer-uma-Gaiola-de-Faraday).

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Nova reclamação para o Ministério Público do Trabalho

Segue URL de cópia de petição que enviei hoje para a Produradoria Regional do Trabalho de Santa Catarina contendo fatos muito graves. 

https://drive.google.com/file/d/1-qOu3pguZES4fNw5Clu6MAHawdMJQ3YD/view?usp=sharing

Segue link de pasta com os anexos

https://drive.google.com/drive/folders/12R-tuQ8jFSkmaWFETfAo1Fxla45PmIwI?usp=sharing

https://www.4shared.com/folder/UYpd5PIS/PRT_000196_2022.html


segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Irregularidades que podem ter relação com tentativas de extorsão

Em relação às tentativas de extorsão que relatei no artigo anterior (http://www.soniardecastro.website/2021/12/sou-alvo-de-chantagem-e-tentativa-de.html), disseram que teriam desviado mensagens enviadas para o meu Whatsapp e Gmail sobre propostas que eu anunciei na Internet; que teriam recebido valores em meu nome e até emitido nota fiscal na prefeitura, relativos aos meus direitos sobre o meu projeto Armadura Tubular®. 

Mais recentemente, passaram a dizer também que teriam captado investimentos em meu nome; que estariam instalados perto de onde resido, no município de São Pedro de Alcântara, SC e que estariam dizendo que eu seria empregada deles.

Eu trabalhei e investi sozinha nesse invento, como em todos os outros que criei e desenvolvi. A Armadura Tubular® deriva de um projeto que eu iniciei no ano de 2004. A primeira versão do projeto atual eu criei em 2013.


As investigações

Nos meses de julho e agosto deste ano, eu investiguei na Prefeitura, Banco Central e nos bancos em que eu tenho conta. Mas não encontrei nada.

Agora encontrei dados extremamente suspeitos em relação ao meu endereço e à vínculo empregatício improcedente com o Banco do Brasil, em minha Carteira do Trabalho Digital.


Falso registro de vínculo empregatício com o Banco do Brasil

Pelo documento deste link, vê-se que constam dois registros. Um deles tem data de rescisão e no outro consta “aberto” onde deveria constar a data de rescisão.

Pedi a correção desse registro, mas recusaram-se a fazê-lo, mesmo quando recorri a autoridade máxima, pelo sistema de acesso à informação, conforme se vê no documento deste link.

Dizem que eu deveria levar a carteira do trabalho física para o INSS dar baixa. Mas o teor do meu recurso está no mesmo arquivo. Vê-se que demonstrei que esse pretexto é descabido. Pois o registro de baixa na carteira física corresponde àquele no qual já consta data de rescisão.

E localizei agora um e-mail no qual se vê que eu já realizei esse procedimento indicado no ano de 2017 (neste link) e levei para que o INSS fizesse o registro de data de rescisão. Esse procedimento foi necessário para obter os documentos exigidos pela Caixa econômica Federal para sacar o FGTS.

Nessa última resposta, o representante – que assinou como autoridade máxima do Banco do Brasil – ainda disse que eu deveria apresentar uma reclamação, em vez de pedido de acesso a informação ou de esclarecimento dos fatos como fiz. Assim, eles mesmos reconhecem que se trata de uma incorreção. Ou seja, descartam a possibilidade de se tratar de algum mal-entendido. Mas consta também a seguinte manifestação: “Ressalto que todos os procedimentos sob responsabilidade do Banco já foram realizados”.

Mas essa incorreção é de inteira responsabilidade do Banco do Brasil, conforme se vê em reposta a uma reclamação que apresentei para o Ministério da Economia (neste link), que é responsável pela emissão da Carteira do Trabalho Digital. Pois eles dizem que a responsabilidade por aquele registro é do “empregador”, neste caso o Banco do Brasil e que são eles que devem fazer a correção desse registro, como segue:

Informamos que o aplicativo Carteira de Trabalho Digital apresenta, no que diz respeito aos vínculos empregatícios, informações oriundas da base do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais), que é abastecida pelos empregadores. Portanto, o aplicativo é um espelho do CNIS. Sendo assim, para resolução da inconsistência, os empregadores devem corrigir/atualizar as informações no CNIS por meio da GIFP (Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social). Informamos ainda que toda correção/atualização na base do CNIS reflete na Carteira Digital.


Grave problema anterior com o Banco do Brasil

Vários artigos que eu publiquei neste blogue mostram que tenho um processo de demissão tramitando na Justiça do Trabalho desde 2014. Em setembro publiquei o artigo da URL abaixo sobre reclamação para a OEA por violação de direitos humanos nesse processo judicial e no procedimento administrativo que o precedeu no Banco do Brasil. Em novembro, publiquei outros artigos sobre fatos que configuram crime de falsidade ideológica em certidões emitidas no Tribunal Superior do Trabalho (TST) .

http://www.soniardecastro.website/2021/09/reclamacao-por-violacao-dos-direito.html


E a Prefeitura recusa esclarecimentos sobre meu endereço

Ao registrar boletins na Delegacia Virtual, no primeiro semestre deste ano, vi que o nome de rua que eu usava, Matias Leopoldo Hoffmann, nem consta no cadastro da Polícia Civil. Em 28 de abril, enviei um e-mail para a Prefeitura Municipal de São Pedro de Alcântara, perguntando se houve mudança no nome da rua (cópia neste link). Nunca recebi resposta.

Depois uma pessoa reclamou que pesquisou esse nome de rua no Google Maps e que a lugar indicado seria outro. Então vi que de fato indicam uma rua que fica a alguns metros de onde moro.

Então apresentei um pedido de esclarecimento pelo sistema de acesso à informação da Prefeitura no dia 13 de outubro. Mas tampouco o responderam. Tentei apresentar recurso por aquele sistema, mas a tecla não funcionava. Então apresentei-o pelo sistema Fala.BR. Mas continua também sem resposta.

A cópia pode ser vista por este link. Vê-se que fiz o registro em 09/11/2021. Essa cópia foi baixada em 20/12/2021. Pode-se ver que nada consta no campo resposta.


Dando meu jeito

Então eu pintei o número do imóvel em letras bem grandes na parede do galpão que fica no mesmo terreno. E decidi adotar por minha conta o nome da rodovia estadual: SC 281.


Correios também dificultam

Mas, conforme registrei nesses pedidos para a Prefeitura, o Correio já se recusou a entregar minha correspondência quando eu usava o nome rua Geral.

Então registrei uma manifestação pelo sistema dos Correios explicando bem o problema.

Mas eles reponderam dizendo que eu deveria usar o nome de rua indicado pelo carteiro.

Reabri a manifestação, insistindo em demonstrar a minha necessidade de divulgar um endereço que possa ser identificado por qualquer pessoa. Então reponderam dizendo que eu devo usar o endereço indicado pela Prefeitura.

Pretendo tentar resolver isso com a Ouvidoria dos Correios.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Sou alvo de chantagem e tentativa de extorsão anônima por meio de um muito provável chip no meu cérebro

No primeiro artigo sobre os ataques que venho enfrentando, mostrei uma protuberância na minha cabeça (http://www.soniardecastro.website/2020/12/grave-violencia-e-ameaca-persistente.html). Depois, em artigo de janeiro, mencionei apenas que ouvia de vozes e de forma tímida (http://www.soniardecastro.website/2021/01/os-ataques-as-novas-solucoes-nova-grave.html). Pois o assunto é extremamente constrangedor: costuma logo gerar questionamentos quanto à saúde mental da pessoa envolvida.


Obscuridade em torno de novas tecnologias que permitem ler pensamentos

Mas identifiquei agora artigos que evidenciam importantes avanços nas pesquisas sobre o tema e também malabarismos visando a confundir a opinião pública, que evidenciam também interesse em manter progressos nessa área em segredo... ou sua aplicação em atos criminosos.

O jornal espanhol El País lançou um importante alerta, no ano passado, conforme o artigo da URL abaixo (Mas sem se referir à obscuridade em relação aos avanços nas pesquisas).

https://brasil.elpais.com/ciencia/2020-02-13/por-que-e-preciso-proibir-que-manipulem-nosso-cerebro-antes-que-isso-seja-possivel.html

Destaco o seguinte trecho:

Quando Yuste começou a trabalhar na iniciativa dos neurodireitos, há dois anos, era quase uma colocação abstrata, de ficção científica. “Mas a urgência da situação aumentou, há problemas bastante sérios que estão vindo com tudo; as empresas tecnológicas estão se metendo nisto de cabeça porque pensam, acertadamente, que o novo iPhone vai ser uma interface cérebro-computador não invasiva”, diz Yuste.


Interrupção de pesquisa no Brasil

Uma importante parte dessa história obscura aconteceu aqui mesmo no Brasil. Envolve uma pesquisa sediada na USP São Carlos, entre 2012 e 2016. Foi financiada pelo governo brasileiro no “Programa Ciência sem Fronteiras”. Na equipe de pesquisadores havia também uma cientista da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo – e um cientista americano, que desenvolveu uma solução revolucionária para implantes aparentemente imperceptíveis no cérebro: sem fios, capazes de durar a vida toda e fáceis de implantar.

O artigo da URL abaixo evidencia a obscuridade em torno dos resultados ou avanços dessa pesquisa. Pois, apesar de sua extrema importância e de ter sido interrompida por cortes de verbas do governo federal, essa interrupção só foi noticiada um ano e meio depois de acontecer.

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-42384746

E, fazendo uma busca no Google, vê-se também que importantes veículos de comunicação do Brasil apenas reproduziram essa matéria da agência de notícias britânica BBC.

Pela URL abaixo, vê-se que a Chipus Microelectronics – que é descrita nesse artigo como “uma pequena empresa catarinense” – na verdade tem site em inglês. Ainda tem escritório em Florianópolis, SC, mas tem também na Califórnia, Estados Unidos.

https://www.chipus.com.br

Sobre a fase inicial da pesquisa, encontrei mais facilmente o artigo dessa URL abaixo, que é de um site português.

https://boasnoticias.pt/chip-podera-devolver-mobilidade-a-deficientes-fis

A data desse artigo é 17 de julho de 2012. Consta que já tinham atestado a biocompatibilidade do chip feito de carbeto de silício, em testes com ratos. Isso já era um grande avanço para a realização de implantes no cérebro de chip e eletrodos para comunicação sem fios, por meio de ondas de rádio ou Bluetooth.

O título do artigo é “Chip poderá devolver mobilidade a deficientes físicos”. Esse era o foco da pesquisa no Brasil.


Evidências de sucesso na pesquisa sediada no Brasil

Os avanços anunciados em notícia de 2018 produzida pela agência de notícias alemã Deutsche Welle (URL abaixo) evidenciam sucesso em relação aos desafios enfrentados naquela pesquisa realizada no Brasil. Mas refere-se à startup americana de Elon Musk Neuralink, fundada justamente no ano de 2016, quando ocorreu a interrupção da pesquisa no Brasil. E consta nesse mesmo artigo que a empresa Neuralink estaria “sendo mantida sob forte sigilo”.

https://www.terra.com.br/noticias/elon-musk-revela-dispositivo-para-conectar-cerebro-a-computadores,32d89254c14491dc95623d5e108d46307v9i0id4.html


Mudança de foco: LER A MENTE DAS PESSOAS

Vê-se que até continuavam a falar em curar paralisia, mas o objetivo principal já era outro. Logo no primeiro parágrafo consta: “…Neuralink obteve progressos no desenvolvimento de uma interface que conecta o cérebro humano a computadores. A tecnologia seria capaz de, em termos teóricos, ler a mente das pessoas."

Em parágrafo mais adiante, consta: “Por enquanto, o objetivo é fazer com que uma pessoa possa controlar o smartphone apenas com o pensamento, mas a tecnologia poderá se estender para outros aparelhos, como braços mecânicos. "Há um potencial tremendo", disse o empreendedor”.

Assim se vê que braços mecânicos passou a ser um objetivo secundário. O foco da pesquisa passou a ser o controle do smartphone. Claro: um produto que vende muito no mundo inteiro. E também um produto envolvido em muita polêmica sobre espionagem, ou invasão de privacidade, ou o controle da vida alheia: tão almejado pelos comunistas do mundo inteiro.


Pirotecnias em meio à gravidade dos fatos

Em vez de continuidade daqueles avanços noticiados em julho de 2019, as apresentações posteriores promovidas pela Neuralink ou Elon Musk ridicularizam o próprio trabalho, deixando clara a intenção de confundir a opinião pública ou de sonegar informações essenciais sobre o tema.

Pois assim consta naquele primeiro artigo sobre a implantação do chip (Deutsche Welle/Terra, julho de 2019):

Em São Francisco, a Neuralink apresentou a versão inicial de um minúsculo sensor com fibras tão finas quanto fios de cabelo que poderia ser implantado no cérebro através de uma pequena incisão feita por um robô, construído especificamente para essa tarefa de alta precisão.

"São eletrodos minúsculos que o robô implanta delicadamente", explicou Musk, afirmando que um cérebro pode ser conectado a milhares de eletrodos. "É algo que não será estressante de se colocar, funcionará bem e é sem fio." O chip se comunica com um dispositivo auricular que retransmite as informações para um aplicativo de smartphone.

Com base nisso e no teor do artigo abaixo, pode-se até dizer que a tecnologia teria regredido no ano seguinte. Pois há desenhos que mostram um assustador buraco no crânio:

https://exame.com/tecnologia/elon-musk-demonstra-tecnologia-que-conecta-computador-ao-cerebro/

Nessa outra matéria do site Tecmundo relativa a mesma apresentação, há ainda um segundo desenho com fios sobre a cabeça. E consta: “O dispositivo se encaixa em uma pequena cavidade do crânio, enquanto "fios" de eletrodos penetram na superfície externa do cérebro, detectando o impulso elétrico das células nervosas”.

https://www.tecmundo.com.br/ciencia/177132-elon-musk-mostra-chip-cerebral-funcionando-porco.htm

Sou uma leiga no assunto, mas outros artigos dizem claramente que a função do eletrodo é atuar como fio, mas permanecendo apenas na parte interna do cérebro. E, na transcrição anterior do artigo de 2019 da Neuralink, vê-se que há menção expressa a “sem fios”.

Outros artigos mostram que cientistas especializados também criticaram muito essa apresentação de agosto de 2020. Há outro artigo, no site Tecmundo, cujo título é: “Apresentação da Neuralink não empolga comunidade científica”.

https://www.tecmundo.com.br/ciencia/177173-apresentacao-neuralink-nao-empolga-comunidade-cientifica.htm

Refere-se a uma apresentação com uma porca chamada Gertrudes e consta: “Segundo Musk, os ringtones que soaram no palco eram as células cerebrais de Gertrudes percorrendo seu cérebro em tempo real (laboratórios mundo afora são capazes de fazer isso há décadas).

Por que então decidiram mostrar um experimento conhecido há décadas? Decidiram mesmo promover uma ridícula piada contra o próprio projeto?

Em vez de esclarecer isso, meses depois, repetiram o mesmo tipo de “fiasco” ou pirotecnia, apresentado um macaco jogando videogame.

No artigo do link abaixo, consta: “Andrew Jackson, um especialista em neurociência e professor na Universidade de Newcastle, disse ao "Business Insider" que conseguir que primatas controlem videogames via interfaces neurais não é uma novidade: demonstrações do gênero foram feitas em 2002”

https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2021/04/09/chips-cerebrais-elon-musk-faz-macaco-jogar-videogame-usando-a-mente.htm

E de fato, encontrei um artigo do jornal Folha de São Paulo sobre esse experimento feito em 2002

https://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u9661.shtml



Exigem que eu lhes entregue meus direitos sobre o invento Armadura Tubular®

Nesse vídeo mostro um protótipo desse invento:

https://youtu.be/chWVJEdYTls

Nesse outro vídeo fiz uma manifestação relativa a problemas graves ocorridos ano passado, antes desses ataques

https://youtu.be/hvY5S_7Q1Rc

Essa versão do invento Armadura Tubular® eu registrei nos pedidos de patente BR 102018013876-6 e PCT/BR2019/050253, WO/2020/006618.


A nova versão do invento

Ano passado, ainda elaborei uma melhoria, que registrei no pedido de patente BR 10 2020 020678 8 de 08/10/2020.

10 dias antes de vencer o prazo para apresentar novo pedido de patente este ano, o Senhor Jesus abençoou-me com uma nova ideia.

Em razão da atual situação, evitei elaborar o projeto mentalmente. Depois que comecei a desenhar, fiz um grande esforço para depositar o pedido no mesmo dia. Acabei registrando o depósito logo depois da meia noite do dia 06/10/2021 (BR 10 2021 0200707).

Registrei só um desenho básico da melhoria. Desenhei outras versões da ideia nos dias seguintes e registrei-as só enviando anexo em e-mail para mim mesma.


Apropriação anterior de importantes inventos meus

Por não ter condições de desenvolver alguns inventos, eu deixei vários pedidos de patente caírem em domínio público.

Mas, ainda que as regras vigente hoje permitem que outros se apropriem de inventos quando paramos de pagar taxas, as empresas que exploram deveriam ao menos reconhecer a autoria original, pois esse direito é imprescritível.

Assim estranhei muito ao descobrir este ano que a gigante Google/Alphabet investiu desde 2011 no desenvolvimento de um projeto que tem similaridade com outro que eu elaborei e registrei em dois pedidos de patente que depositei no Brasil no ano de 2002 (PI0206119-8 e MU8200080-8, pasta com cópia dos pedidos de patente nesta URL: https://drive.google.com/drive/folders/1o6FJQE1naSnwx2KZi2RPAFLrRTC8_tJq?usp=sharing).

Trata-se do projeto Loon de antenas ou wifi sustentados por balões.

Tive outra experiência desse tipo que relato entre as páginas 10-13 do arquivo que está nessa URL:

https://drive.google.com/file/d/1aurKZP6op7sWursjOs14hH3BPxqEhgsT/view?usp=sharing

Refere-se a uma calça de proteção para chuva. Desenvolvi e depositei pedidos de patente no Brasil e via PCT (internacional). Depois fiz contato com uma agente de propriedade intelectual na França e descobri que praticamente o mesmo produto foi lançado em Paris, logo depois que depositei os pedidos de patente no Brasil.

Há reportagens da imprensa de Paris no arquivo da URL abaixo, que mostram que o lançamento em Paris aconteceu em 2006.

https://drive.google.com/file/d/163l0DhH4HizyI348FHDTLeKfg-K1-vHf/view?usp=sharing

Há cópia do segundo pedido de patente que depositei no Brasil (MU85021300, de 03/05/2005), nessa URL:

https://drive.google.com/file/d/1muJQDrEZvlGw2RQeVJ9YJeG9vm1qG12b/view?usp=sharing

O primeiro pedido de patente (MU84030240) eu depositei em 06/12/2004.


Outras tecnologias preocupantes

Imitação de voz

O artigo do link abaixo de 2018 anuncia a tecnologia que permite imitação de voz ou falsificação da voz alheia. Assim, reunindo o acesso à memória e a possibilidade de imitar a voz alheia, a vida de uma pessoa praticamente pode ser roubada.

https://g1.globo.com/economia/tecnologia/blog/altieres-rohr/post/2018/08/13/especialistas-imitam-vozes-e-driblam-reconhecimento-de-fala.ghtml


A extrema importância do reconhecimento facial

Quanto a contas de e-mail, bancos e outros, a única segurança que resta é a substituição de senhas por biometria ou reconhecimento facial.

Mas, em vez de cuidado em relação a essa tecnologia, o artigo do link abaixo mostra que o Facebook teria destruído um importante banco de dados nessa área.

https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-encerra-programa-de-reconhecimento-facial-e-apaga-1-bilhao-de-fotos-200587/

Dizem que o Facebook temia receber multa por invasão de privacidade. Mas consta nesse artigo que o vice-presidente de inteligência artificial do Facebook, Jerome Pesenti, reconhece a importância dessa tecnologia no combate a fraudes.


O novo projeto do Facebook

Em abril já publiquei artigo sobre tecnologia que praticamente esclarece fatos relacionados a esses ataques que venho enfrentando e relatando neste blogue, desde dezembro do ano passado.

http://www.soniardecastro.website/2021/04/a-tecnologia-do-estupro-e-da-caftinagem_67.html

Agora tenho dificuldade para acreditar que seja coincidência também o anúncio do Facebook de criação de um universo virtual no qual as pessoas poderão interagir.

Pois – em relação às experiências invasivas de contato físico que relatei em outros artigos – em pelo menos duas ocasiões, acordei subitamente com sensação clara de pessoa tocando o meu corpo.

Vi que o Facebook comprou uma empresa que produz óculos 3d já em 2014. Ou seja, eles já trabalham há muito tempo no desenvolvimento dessa tecnologia.

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2021/10/14/zuckerberg-aparece-com-prototipo-de-novo-oculos-de-realidade-virtual.ghtml


Desconectar Internet

Conforme já relatei, consegui um grande alívio ao desligar o modem e celular, esconder a tomada e embrulhar para dificultar o acesso.

Embrulho em manta térmica que tem lâmina de alumínio. Qualquer recipiente metálico serve.

Para trabalhar, coloco o novo modem embrulhado numa caixa metálica que retirei de um forno velho. Faço a conexão com cabo de Internet com a tecla avião do computador ligada e a tecla wifi desligada.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Desconectando a Internet e torturadores

Consegui um grande alívio nos ataques que venho relatando e noites de sono reparador, graças a Deus, apenas desconectando a Internet.

Até a última sexta-feira, o wifi ficava com minhas filha. Como a Oi anunciou que vão parar de oferecer internet a cabo aqui, mudei para Neo Rede e instalei o wifi onde durmo. Bastou desligá-lo à noite para sentir grande alívio. Na noite seguinte, voltei a sentir certo mal-estar. Então prendi o plugue do wifi longe da tomada, pois, conforme já relatei, tenho razões para acreditar que usem robôs. E passei a desligar também ó celular.