domingo, 12 de abril de 2020

A fé em Deus é nossa única defesa!

Em pleno governo do PT: 15 de maio de 2008, a Folha de São Paulo publicou artigo no qual anunciou o seguinte: “Em carta inédita, Einstein ataca Deus” (Link https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1505200804.htm).

O texto dessa carta destoa de toda a imagem de gênio e mito que foi muito bem encerada e polida nas décadas anteriores. Tanto que, no mesmo artigo, esclarecem que nessa área, o próprio Einstein era conhecido pela seguinte frase: "A ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega".

Pelo que pude verificar, a imprensa levou outra década para dar destaque a fatos que ajudam a compreender essa contradição. Como o artigo da BBC deste link: https://www.bbc.com/portuguese/geral-46640237 no qual informam que o mito Einstein traiu também sua parceira de trabalho e primeira esposa. O título é "A história pouco conhecida da brilhante mulher de Einstein que contribuiu para a teoria da relatividade".

Consta que ela colaborou tanto na produção de seus trabalhos que, ao formalizar o divórcio, ele prometeu que lhe entregaria o dinheiro do prêmio Nobel. Mas ele recebeu esse prêmio dois anos depois e jamais cumpriu essa promessa. Casou-se com outra, que tanto já conhecia havia muito tempo, que era ninguém menos que uma prima sua.

A Senhora Mileva teve que se resignar a viver na pobreza, obrigada a criar os filhos, cujo pai, Albert Einstein, ainda a ameaçou, exigindo que permanecesse calada.

Precisamos atentar para o fato de que o Holocausto aconteceu décadas depois que iniciaram a pregação da teoria ateísta do evolucionismo de Darwin. Isso ajuda a compreender que, para dominar os povos, primeiro realizam esforços para eliminar a fé em Deus, afastando assim os povos da proteção de nosso Criador.

A história da Senhora Mileva permite compreender até que ponto nossa civilização pode ser cruel. E até que ponto os mitos que são exaltados neste mundo assemelham-se a ídolos de barro. De modo que aquilo que o mundo atual exalta precisa ser visto com muito cuidado.

E precisamos preservar nossa fé em Deus Criador, principalmente porque este mundo tenta destrui-la.


Sem Deus, a Ciência é uma deficiente órfã!
A União Europeia investiu muito, nas últimas três décadas, para produzir normas que determinam como cada equipamento de proteção individual (EPI) deve ser feito, quais materiais devem ser usados, etc. Profissionais especializados trabalharam muito nisso, usando laboratórios sofisticados e todos os recursos disponíveis até então.
Pois se trata de regulamentos que pretendem garantir a integridade física das pessoas e impõem obrigações sérias para muitas empresas. Envolvem assim importantes interesses econômico-financeiros e humanos.
Fora da União Europeia, essas normas têm sido usadas como referência, para atestar a qualidade desses produtos no mercado. Até mesmo aqui no Brasil.
Tanto que, em pedido de patente que eu depositei em janeiro de 2018 (link), eu usei como referência da técnica anterior um produto que é produzido no Brasil, mas era anunciado como certificado com base numa dessas normas europeias. Assim fiz constar, no subtítulo que trata da técnica anterior:
  1. Identifiquei um protetor para a coluna vertebral no site da empresa Texx certificado com base na norma europeia CE EN 1621/2. Ele fica ao longo da coluna vertebral fixado como uma mochila; possui oito placas de plástico fixadas em tecido. Essas placas rígidas ficam todas no mesmo sentido das vértebras. Caso um impacto atinja apenas uma dessas placas, dificilmente haverá repercussão sobre as outras placas.
  2. Assim se vê que a técnica atual ignora que a concentração agrava a força de um impacto e que, quando o impacto repercute sobre uma área mais extensa, ele também se dispersa, minimizando sua força e eventuais danos.
  3. Há uma excessiva preocupação com a anatomia. Mas o formato anatômico nem sempre resulta em conforto, pois o simples contato do equipamento com o corpo do usuário já produz calor e desconforto em ambientes com altas temperaturas. De modo que é muito difícil usar esses equipamentos no verão ou em regiões mais quentes.


No subtítulo que trata da apresentação de meu invento, fiz constar o seguinte:
  1. O efeito dessa proteção é ainda muito superior ao que representa a resistência dos materiais contra a força do impacto. Pois – ao se usar uma mesma peça rígida sobre toda a extensão do osso, com suas extremidades sobre cada uma das respectivas articulações – o impacto que atinge a peça rígida repercute sobre toda a área coberta por ela, mas também se dispersa, minimizando muito o risco de esse impacto causar uma lesão.
  2. Pois as lesões costumam ocorrer quando o impacto se concentra apenas num ponto, como quando um objeto cai sobre material mole e afunda. Mas quando um objeto cai sobre uma peça rígida, o impacto repercute sobre toda a peça, nem que seja apenas gerando vibração. Pois a vibração consome energia e esse consumo representa uma dispersão da força do impacto. 
  3. A peça produzida pela empresa Texx referida no subtítulo anterior é anunciada ao preço de R$358,90, mas ela cobre somente a área das vértebras das costas, sem abranger nada da coluna cervical nem dos ombros. Conforme já se referiu, ela é feita com oito placas dispostas no mesmo sentido das vértebras. Se fossem acrescentadas sobre aquelas placas pelo menos quatro placas em sentido vertical, a peça facilmente poderia proteger também boa parte dos ombros e, quando um impacto atingisse uma das placas verticais, ela tocaria as placas dispostas em sentido horizontal, repercutindo sobre aquelas placas, dispersando e minimizando a força do impacto.

Agora, já dois anos depois de apresentar esse pedido de patente, procurei no site dessa empresa referida (Texx) e tudo o que encontrei, na página que mostra seus protetores, é uma peça para ser usada em torno de parte do pescoço (link para cópia da página). Ou seja: a peça referida já não é mais anunciada. Entretanto, consegui encontrá-la ainda no Mercado Livre, em cuja página se pode ver que ainda anunciam que a peça é certificada com base em norma europeia (link).
Acredito que a empresa teve o bom senso de interromper a produção daquela peça. E podem ter certeza de que não se trata de presunção minha acreditar que projeto que desenvolvo “sozinha” – desde minha casa e de um velho galpão que herdei – contribuiu para isso.
Pois estou divulgando a Armadura Tubular® na Internet desde 2018. Em 30/07/2019 o referido pedido de patente (link) foi publicado na revista do INPI. Antes disso, em março de 2019, publiquei um vídeo no Facebook (link) que atingiu mais de 28 mil visualizações e 166 compartilhamentos.
E, quando eu redigi esse referido pedido de patente, em janeiro de 2018, fazia uma ideia muito vaga da contribuição da vibração mecânica, para o amortecimento da energia do impacto. Eu só vim a compreender a real dimensão disso, mais de um ano depois, quando fiz testes dando pancadas fortes em pedra.
A partir de 33 segundo do já referido vídeo (link), mostro apenas uma de muitas séries desse teste que eu realizei. No início, esse teste serviu para remodelar a peça, garantindo uma cobertura completa da área. Depois tive que repetir muitas séries para fazer essa gravação, pois há muita sombra no local.
Houve ocasiões em que fiz mais de dez séries de pancadas. Quando fiz um número muito alto de séries, tive hematomas e precisei aplicar gelo depois. Com aproximadamente três séries, não tive hematoma algum.
Qualquer especialista no assunto deve reconhecer que esse resultado é espantoso. Sobretudo porque aquilo que existe no mercado hoje jamais poderia passar nem mesmo por apenas uma série deste tipo de teste.
Talvez isso possa ser feito com as antigas armaduras, nas quais se vê que há peças rígidas cobrindo articulações que se sobrepõem a outras peças que cobrem os ossos entre as articulações. Mas aquelas armaduras eram pesadas, praticamente impossíveis de usar.
A Armadura Tubular ainda proporciona esse efeito extraordinário sem gerar calor nem qualquer desconforto. É fácil de colocar e tirar, pode ser usada sobre outras roupas e ficar presa por cadeado sobre a motocicleta. É algo incrível, que eu jamais poderia dizer que resulta de minhas habilidades e conhecimentos.
Pois nunca fui pra faculdade e só obtive um parecer técnico em 2006. Foi produzido por estudantes de engenharia mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina e referia-se apenas a um esboço inicial do projeto: a ideia de uma gaiola de proteção fixada em motocicleta.
Quando, orgulhosa, mostrei a primeira versão desse invento atual para um familiar, ele reprovou-me dizendo que isso era serviço de homem. Quase todos os meus parentes criticaram-me por me dedicar a esse projeto. Eu só aprendi a usar chaves de fenda e outras ferramentas similares por volta dos quarenta anos de idade. Sempre mantiveram-me afastada de serviços dessa natureza.

Como fui motivada
Bem antes de iniciar a fase atual do projeto, em abril de 2015, eu publiquei um relato sobre o desenvolvimento da Armadura Tubular nesse site https://estradeira.wixsite.com/armaduratubular/sobre-1-cgoa. Cópia em PDF neste LINK.
Conforme consta nesse relato, eu comecei esse trabalho a partir de um sonho, em 2004. E outro sonho em 2010 me motivou a insistir na produção de um primeiro protótipo. Relatei ali muitos outros milagres, que despertaram ideias que me permitiram desenvolver muitas soluções.
Mas, quando publiquei esse relato em 2015, nem imaginava as descobertas que viriam. Essas descobertas só vieram depois que impuseram um impedimento muito grave para a Armadura Tubular®.
Pois o Denatran recusou um pedido de autorização para testes em motocicleta da primeira versão do invento atual. Essa recusa está documentada, em decisão publicada na página 88 do Diário Oficial da União número 242, em 18/12/2015, relativa ao parecer número 0052/2014-2016/CTAV/CONTRAN (processo número 80000.017361/2015-19).
Enviei então um pedido de reconsideração, alegando que eu poderia reduzir as dimensões do equipamento e que se tratava de um equipamento de proteção individual. Então técnicos do Denatran emitiram um novo parecer (link), no qual reconhecem que as normas não abrangem equipamentos de proteção individual. Sem regulamentação, fica-se livre para comercializar novos produtos.
Mas aquela primeira versão era muito grande, precisava ficar apoiada sobre a motocicleta, de modo que havia risco de ser classificada como equipamento veicular.
Assistindo a um desenho animado, compreendi que era preciso usar tubos nas laterais de braços e pernas. Até ali eu cuidava muito para afastar as pontas dos tubos do corpo do usuário. Mas então refleti e entendi que as pontas dos tubos poderiam ser curvadas, ampliando ainda mais a área de proteção sobre as articulações.
Consegui sacar meu FGTS em meados de 2017, então comecei a desenvolver os EPIs tubulares. O primeiro pedido de patente, de 06/07/2017 (cópia neste link), já mostra que eu ainda nem imaginava o que viria pela frente. É muito interessante comparar o teor desse pedido apresentado em julho de 2017 com o teor do outro já referido de janeiro de 2018. Pois, em apenas seis meses, tudo mudou drasticamente.
Comecei usando tubos muito grossos e pesados (¾ de polegada nas laterais das pernas). E eu costurava placas de borracha à mão, usando agulha de sapateiro. Mas as soluções foram surgindo, em meio a essas dificuldades e tentativas de obter algo viável.
Em razão das dificuldades que enfrentei para construir os primeiros protótipos fora – logo que tive a ideia da primeira versão do invento atual, em 2013 (pouco antes de minha demissão) –, eu comprei uma máquina manual para curvar tubos.
Usando essa máquina, constatei uma grande diferença no esforço necessário para curvar uma pequena peça tubular, em relação ao esforço necessário para curvar uma peça mais extensa do mesmo tubo, usando as mesmas ferramentas. E bastava iniciar a curvatura numa extremidade para que todo o tubo vibrasse.
Eu sempre tive a compreensão de que uma peça rígida extensa oferece uma proteção muito superior àquela oferecida por muitas peças rígidas pequenas, mesmo que somadas tenham a mesma extensão. Pode parecer absurdo, mas a técnica vigente discordava disso. Pois as armaduras atuais têm até pedaços de peça rígidas que ficam separados sobre um osso entre duas articulações.
Então eu buscava uma maneira de justificar essa minha conviccão, para poder apresentar pedido de patente do meu invento, defender seus benefícios, sua vantagem e sua viabilidade técnica.
Eu já pretendia fazer os referidos testes práticos. Mas relatar resultados nem sempre basta. É preciso explicar a razão de tais resultados.
Pois sempre há risco de um teste desse tipo ser tratado como mero ilusionismo, revertendo-se ainda contra o projeto inovador. Já que aqueles que exploram produtos obsoletos detêm grande poder econômico. Assim, muitas vezes conseguem manipular a opinião pública e até mesmo autoridades.
Mas essas constatações que fiz, operando a máquina manual de curvar tubos, permitiram-me compreender melhor os resultados e elaborar as explicações.
E também – construindo protótipos – descobri que eu podia costurar peças e introduzi-las nos tubos, indo até o meio de uma estrutura tubular. Podia também vestir as almofadas na estruturas, em vez de usar abraçadeiras de plástico. E podia fazer aberturas que permitissem colocar as placas rígidas dentro das almofadas. Essas soluções ampliaram muito as possibilidades.
Mas lembro que, quando me veio essa ideia, comecei uma espécie de discussão comigo mesma, dizendo que isso seria impossível. Pois, na armadura principal, as peças tubulares ficam encostadas em alguns pontos e depois se afastam muito para lados opostos. Mas não consegui sossegar até fazer uma tentativa.
Então, manipulando as peças, vi que tudo isso era possível. As principais peças de conexão podem ser bem costuradas e deslizadas pelos tubos até o ponto em que devem permanecer.
Isso levou a um outro grande avanço: todas as conexões podem ser feitas de materiais flexíveis resistentes, tornando estruturas tubulares praticamente invulneráveis a desmonte pela força de um impacto. Mas também é fácil cortar essas peças de conexão para prestar um eventual socorro.
O pedido de patente de julho de 2017 (link) mostra que a primeira ideia da versão atual do invento ainda tinha peças de conexão feitas de placas metálicas e parafusos, que ainda podiam representar riscos, em eventual desmonte da estrutura por um impacto.
Essa solução, aliada às extremidades dos tubos curvadas, permitiu também flexionar todo o equipamento.
Com o surgimento dessas e de outras soluções, enquanto eu trabalhava nos protótipos, apresentei quatro diferentes pedidos de patente, dentro do período de um ano: BR 10 2017 014603 0, 06/07/2017; BR 102017022840-1, de 23/10/2017; BR 10 2018 001025 5, de 18/01/2018 e BR 10 2018 013876 6, de 05/07/2018.
Surgiram ainda outras soluções que foram incluídas em pedido de patente internacional (link).
Enfrentei também grave dificuldade para aperfeiçoar os desenhos. E a aparência do equipamento recebeu críticas de pessoas que me pareceram bem intencionadas.
Mas eu não tinha dinheiro para pagar por uma licença de desenhos 3d. Todos os protótipos que construí até meados de 2019 foram moldados na máquina manual de curvar tubos, como esculturas.
Eu precisava produzir desenhos 3d também para fazer orçamento, visando a automatizar/terceirizar a produção. Consegui então três licenças gratuitas de teste por 30 dias, até descobrir que a Autodesk contribui com o desenvolvimento de start-ups.
Inscrevi a Armadura Tubular no programa deles e consegui uma licença gratuita para o Fusion 360.
Aprendi a usar esses programas em vídeos do Youtube.
O resultado pode ser visto em vídeos do canal Armadura Tubular (link 1 e link 2). Fiz animação no próprio Fusion 360. Produzi os efeitos também por meio de licença gratuita do programa Lightworks, com aulas também gratuitas no Youtube.
Assim, importantes realizações aconteceram aqui onde trabalho “sozinha”, sem dinheiro para investir, sem ajuda de nenhum engenheiro, de nenhuma instituição especializada. Pelo contrário, elas surgiram da teimosia em contestar o que especialistas indicavam até então.
Surgiram de uma convicção que só agora eu consigo justificar tecnicamente. Mas posso dizer com toda certeza que esse invento resulta de minha fé no Senhor Jesus Cristo e em nosso Pai: Deus Criador.
Primeiro porque outros artigos que publico neste blogue e a primeira reportagem de e-book que produzi paralelamente a esse projeto (link) mostram que muito facilmente o rancor teria consumido toda a minha energia produtiva e tempo nesses últimos anos.
Depois que passei por um constrangimento grave na Gerência de Pessoas do Banco do Brasil, em dezembro de 2012, fiquei alguns dias sem conseguir raciocinar direito.
Pelos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, eu já havia feito esforços para perdoar e assim já havia experimentado o poder curativo do perdão, em muitas ocasiões de minha vida. Mas eu não estava conseguindo alcançar isso. Então eu escrevi uma oração, pedindo a Deus que me capacitasse a perdoar. Eu a li por três dias consecutivos e isso me curou. Passei a lê-la sempre que precisava de ajuda para relevar.
Então consegui vencer o ódio e usar toda a energia e tempo que sobrou, nesses últimos anos, para produzir coisas boas, como o projeto Armadura Tubular®.
Por outro lado, precisei ingressar com processo judicial e ficar disponível para cumprir os prazos que correm depois que cada decisão é publicada. Qualquer outro compromisso que eu assumisse nesse período impediria isso. Desse modo, em grande parte do tempo, eu fiquei disponível também para dedicar-me ao projeto Armadura Tubular®.
Em vez de buscar emprego ou prestação de serviços para manter hábitos burgueses, mudei hábitos de consumo. Aprendi a cortar meus próprios cabelos, a fazer desodorante natural (bicarbonato, um pouco de óleo de coco e bem menos de óleo de oliva). Agora estou experimentando esponja como absorvente higiênico.
Minha filha voltou a morar em casa. Em alguns momentos vendi algumas coisas, noutros outros parentes ajudaram. Nunca me faltou nada. Mas, eu nem me teria dado oportunidade de viver assim, se não fosse também o ensinamento do Senhor Jesus Cristo, conforme Mateus 6:25-34. Esse ensinamento já havia mudado toda a minha vida profissional, nos últimos 22 anos (http://soniardecastro.blogspot.com/2010/05/religiao-cientifica-x-minha-vida.html).
Não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou
beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida
mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes?

Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em
celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós
muito mais do que as aves?

Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso
da sua vida?

E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem
os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam.

Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu
como qualquer deles.

Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é
lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?

Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos?
Ou: Com que nos vestiremos?

Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai
celeste sabe que necessitais de todas elas;

buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas
coisas vos serão acrescentadas.

Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará
os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.

E também o próprio teor de minha defesa no processo deriva de outros ensinamentos do Senhor Jesus Cristo.
Primeiro porque promoveram constrangimentos, visando a criar pretexto para ocultar o real motivo da demissão. Mas consegui vencer o ímpeto de revidar às provocações, seguindo orientação contida em Mateus 5:39.
Ainda assim, o gerente que representou o Banco do Brasil no Justiça do Trabalho declarou que o motivo da demissão seria problemas no tratamento com outros funcionários e superiores hierárquicos. Mas ele mesmo contradisse isso ao prestar depoimento na Polícia, num inquérito relativo a uma queixa que eu registrei pelo crime de tortura moral.
E recusaram-me acesso às imagens do circuito interno, de momentos em que aconteceram fatos que eles apontaram para acusar-me, nos autos do processo administrativo disciplinar. Alegaram que as imagens não provariam nada, por falta de áudio. Mas permitiram-me ver as imagens de uma das ocasiões em que fui provocada.
Consegui então demonstrar que havia outras pessoas trabalhando no mesmo ambiente, sem haver nenhum sobressalto, no momento em que me acusaram de gritar e xingar uma telefonista. Qualquer reação de minha parte, teria gerado algum sobressalto nos demais. Assim foi mesmo só pelo ensinamento do Senhor que obtive essa prova.
Nas “Justiça do Trabalho”, demonstrei que as acusações que o gerente me fez contradiziam aquilo que estava registrado no inquérito policial. Requeri também acesso às provas. Negaram-me. Mas, a partir da segunda instância, passaram a reconhecer que o motivo da demissão é o fato de eu ter apresentado denúncias, a autoridades competentes, de evidências de ilegalidades em procedimentos realizados no Banco.
Muitas pessoas interpretam o trecho de Mateus 5:39-42 como uma proibição de ingressar com processos judiciais.
Mas eu entendo que isso se refere a questões meramente pessoais. Quando uma questão envolve também interesse coletivo ou interesse de pessoas que nem mesmo têm condições de defender-se, todo cristão precisa fazer o que for possível para defender o que é justo: "...Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça".
Eu cheguei a essa compreensão no tempo em que eu produzi jornal. E porque o Senhor Jesus Cristo disse que todas as leis e normas dependem ou devem ser interpretadas com base na maior de todas as leis: ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo (Mateus 22 36-40).
Amando a Deus, deve-se compreender que nenhuma de suas normas pode servir para favorecer o mal e a injustiça. Assim, quando ele disse: “...Volta-lhe a outra face” e “entrega também a túnica”, ele apenas ensinou como vencer o mal, evitando desgastar-se com picuinhas e usar armas com as quais o mal costuma ser mais hábil.
Mas, amando o Criador, jamais poderemos conformar-nos com uma injustiça contra a criatura que muitas vezes não tem meios para defender-se. E, defendendo o interesse coletivo, podemos resguardar o nosso próprio interesse com muito maior segurança.
Então, no meu processo trabalhista, eu procurei focar nos fatos que envolviam também interesses coletivos e interesses de clientes. Até questionei inicialmente direitos por ter sequela de uma doença de ombros. Mas, graças a Deus, compreendi que precisava abandonar esse questionamento.
Foquei tudo em questionamentos que vão além do meu próprio interesse, ainda que sejam relativos à defesa de meu interesse individual. Assim, consegui fazer uma petição de recurso ao Supremo Tribunal Federal baseada em cinco teses de interesse amplo, que se podem aplicar a diversas demandas.
Para se ter uma ideia de quanto estamos sem proteção nas demandas em defesa de interesses individuais, o relator no Tribunal Superior do Trabalho pretendeu justificar a recusa em submeter questionamentos relativos à violação do meu direito de defesa e do direito ao processo legal, com base em tema já julgado pelo STF (Tema 660).
Mas ele nem mesmo fez referência à três das cinco teses que eu apresentei no recurso ao STF. De modo que ele se recusou a enviar o meu agravo para ser julgado no STF de maneira absolutamente ilegal.
Em razão disso e de outras graves ilegalidades no julgamento,  apresentei uma reclamação ao Conselho Nacional de Justiça (vide artigo http://soniardecastro.blogspot.com/2020/03/reclamacaocontra-as-violacoes-no-tst.html).
E consegui interromper a cobrança de multas na 2ª Vara do Trabalho de Florianópolis, ao informar a apresentação dessa reclamação.
O desenvolvimento da Armadura Tubular também me permitiu comprovar o ensinamento contido em Mateus 5, 28-29. Pois, graças a Deus, venho recebendo novos talentos, a partir de esforços para executar serviços em áreas nas quais sempre buscaram desestimular-me, por ser uma mulher.
Comecei a redigir este artigo há algumas semanas. Parece-me que, para publicá-lo, faltava-me os fatos que aconteceram nessas últimas semanas. Pois fui desafiada a manter a serenidade, em meio a uma ameaça muito grave a minha integridade física, conforme os artigos que publiquei no dia 09 e ontem, dia 11/04/2020. Em meio a ameaças desse tipo, foco no teor do livro de Mateus 10:27-32:
O que vos digo às escuras, dizei-o a plena luz; e o que se vos diz ao ouvido,
proclamai-o dos eirados.
Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei,
antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o
corpo.
Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra
sem o consentimento de vosso Pai.
E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.
Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais.
Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o
confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.

Além desses e de outros de seus poderosos ensinamentos, a perfeição da natureza, da obra do Criador, deu-me a convicção de que somos predestinados à perfeição.
Vendo formigas sepultarem pequeno animais, abutres acelerarem a decomposição de grandes animais, chuvas deixarem tudo limpo numa manhã de verão, ciclos naturais trazendo alimentos perfeitos, sou forçada a acreditar que Aquele que nos criou espera que usemos nossas habilidades para aperfeiçoar tudo aquilo que ainda é imperfeito.
Eu então acreditei que Ele jamais permitiria a criação de um veículo tão funcional e ao mesmo tempo tão arriscado como a motocicleta, se não houvesse um meio para corrigir isso.
Acho que todos nos sentimos meio deslocados em meio a sua obra perfeita. Mas tenho aprendido que, acreditando na perfeição, somos capazes de seguir seus rastros e alcançá-la. Talvez eu seja mais sensível aos rastros do Perfeição, porque Ele me fez poeta. Certamente eu me enquadro naquilo que o autor de 1 Coríntios (1:27-28) definiu como “coisas loucas, fracas, humildes e desprezadas”.
Mas será que Deus faz isso para “envergonhar” e “reduzir a nada” os que se entendem “fortes e sábios” ou para conceder-nos oportunidade de despertar: repensar nossos valores e critérios?

sábado, 11 de abril de 2020

Evolução no tratamento do parasita


Ao chegar do posto de saúde na quarta-feira, eu observei que havia um volume bem visível no lado direito do meu pescoço, no qual eu sentia o desconforto. Então eu gravei um vídeo. Hoje gravei outro, no qual se vê que os dois lados do pescoço já estão praticamente com o mesmo volume.




Imagem retirada de vídeos feitos com a câmera da frente do celular, de modo que o lado direito está espelhado, parecendo ser o esquerdo.





Há trecho dos dois vídeos neste link https://www.youtube.com/watch?v=R0Kvzt8yxJg&feature=youtu.be
Pode-se ver que eu tinha dificuldade para engolir e que isso também já se normalizou.

Mas ainda sinto certo desconforto, que algumas vezes se agrava. Talvez eu tome mais uma dose de Ivermectina. Há indicação para fazer-se isso em alguns casos, mas só depois de sete dias.

Pesquisei também medicamentos naturais e adotei o chá de alho, já faz dois dias. Estou achando bom usá-lo.

PS: Segunda-feira, dia 13/04, o mal-estar agravou-se e tomei logo a outra dose de Ivermectina. Mas dessa vez não adiantou. Na terça-feira senti uma dor muito forte no lado direito superior da cabeça. Então decidi tomar Albendazol. Tomei três doses e senti muito desconforto nesses três dias, mas hoje, sexta-feira, graças a Deus, acordei melhor. Decidi entretanto prolongar o tratamento: pretendo tomar mais duas doses de Albendazol.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Ataque de parasitas: Ajude a salvar pessoas, divulgue, pressione para que prescrevam o remédio adequado!!!!


Estou certa de que, na semana seguinte ao início do isolamento social, minha casa foi infestada por um estranho parasita e eu também.

Há um relato detalhado em e-mail que enviei ontem para a Secretaria de Saúde e para a Vigilância Sanitária de São Pedro de Alcântara link, https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhdGFxdWVhYnJpbDIwfGd4OjNiZWFlNmJkMmE5ZWM2OWM .

Nesse relato eu disse que queria usar o remédio Ivermectina. Mas, depois de mandar esse e-mail, fui ao posto de saúde pedir uma receita e a médica recusou-se a fornecê-la. Insisti muito, mas não adiantou.

Como se pode ver em cópia de uma requisição neste link, ela determinou que eu fizesse uma endoscopia para examinar o esôfago.

Mas, graças a Deus, eu consegui esse remédio por outros meios ainda ontem. Depois de tomá-lo eu venho experimentando uma incrível melhora.

Deve haver resíduos desse estranho parasita em mim. Estou disposta a submeter-me a exames. Pois temo que outras pessoas estejam sofrendo ataques similares. Mas é preciso que as autoridades se interessem em combater isso.

Se alguém tiver contraturas fortes nas costas, muita dor e sentir algo movendo-se dentro do pescoço, que algumas vezes gera também dor forte, deve procurar esse tipo de remédio.

O parasita é tão fino que é impossível vê-lo. Mas sente-se movendo-se pelo nosso corpo quando nos atacam.

Penso que se eu tivesse cobrido boca, nariz e ouvidos com uma pano, eu poderia ter evitado a infestação interna. Nas primeiras ocasiões em que fui atacada, consegui evitar a infestação lavando-me imediatamente, logo que senti aquilo subindo pelos meus pés e pernas.

terça-feira, 31 de março de 2020

Misturaram bicarbonato para difamar o limão


Como se deram ao trabalho de misturar ingrediente para difamar o limão, acho que devemos nos empenhar em divulgar esse chá.

Pois, há mais de 20 anos, minhas gripes e resfriados duram no máximo dois dias. Logo no primeiros sintomas, tomo um chá de limão com casca antes de ir dormir.

Eu corto e retiro somente as sementes, cubro com água fervente, tampo e espero uns minutos para beber.

Houve um tempo em que eu fazia esse processo numa panela para que começasse a borbulhar junto com o limão. Mas já vi que é desnecessário. Pode-se colocar o limão cortado direto numa xícara, derramar água fervente por cima e tampar, deixando em infusão antes de beber.

E a própolis do Brasil tem fama internacional. Desde que comecei a usar a tintura de própolis, nunca mais precisei de antibióticos químicos para amigdalites. Mas trata-se de antibiótico natural, é preciso respeitar a dosagem: usar só o necessário.

segunda-feira, 30 de março de 2020

O vírus e a bolsa de valores


Grandes empresas estimulam o isolamento
Mesmo pessoas que já fizeram loucuras para ter produtos como Iphone e carros zero quilômetros, ficam sem condições para isso em momentos de crise econômica. Os produtos destinados a classe média são, portanto, os primeiros a sofrer os efeitos de uma recessão.
Mas a Apple antecipou-se aos governos dos países em que atua, anunciando o fechamento de suas lojas, já no dia 14 de março (matéria do Uol neste link (https://economia.uol.com.br/noticias/efe/2020/03/14/apple-fecha-lojas-em-todo-o-mundo-menos-na-china.htm).
E, no momento em que o governo de Santa Catarina tornou-se alvo da fúria dos empresários, pelo decreto que determinou o fechamento das empresas, as montadoras ofereceram-lhe um importante encorajamento, anunciando que planejavam fechar suas fábricas. Contribuíram assim também para encorajar governos de outros estados e o governo federal.
O decreto de calamidade pública foi aprovado no Congresso em 20 de março. E uma matéria deste link, publicada no dia anterior, tem o seguinte título “Montadoras fecham fábricas e colocam cerca de 50 mil em férias coletivas”, antecipando planos das montadoras para o fim do mês.
Nessa matéria consta “A empresa alega que a paralisação vai ocorrer por causa da demanda do mercado, mas o Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul, onde está a fábrica mais antiga do grupo, diz que o principal motivo é o coronavírus.”
Se continuassem falando apenas em falta de demanda ou estoque encalhado, ainda contribuiriam para convencer o governo de que precisaria cuidar para evitar o agravamento da crise econômica.
Mas, em vez disso, as matérias mais difundidas falam mesmo em Coronavírus. A matéria deste link (https://noticias.r7.com/economia/montadoras-devem-fechar-fabricas-no-brasil-para-conter-coronavirus-19032020) tem o seguinte título: “Montadoras devem fechar fábricas no Brasil para conter coronavírus” e em seu teor consta:
Em comunicado, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores afirma que medida é necessária para reduzir pandemia.
A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) enviou nota à imprensa, nesta quinta-feira (19), informando que as montadoras estão se preparando para parar as atividades nas fábricas do Brasil numa tentativa de conter a pandemia do coronavírus.
Assim, a associação de fabricantes de veículo emitiu nota que mais parece uma ação do Ministério da Saúde.
O normal, é claro, seria que os fabricantes estivessem tentando convencer o governo de que o mercado precisa continuar operando: comprando, vendendo, produzindo, para haver quem possa ter dinheiro para comprar seus produtos.
É isso o que está fazendo o empresário Luciano Hang, apesar de sua rede de lojas, Havan, vender artigos populares, um segmento bem menos afetado por recessões econômicas.
Pode-se entender o que o diferencia o empresário Luciano Hang, em informação de matéria deste link da Infomoney. Pois consta que ele se recusa a colocar sua empresa na bolsa de valores.
Ou seja, o empresário Luciano Hang precisa garantir que suas lojas abram para poder pagar seus empregados e ganhar dinheiro. Ele não capta dinheiro de investidores na bolsa de valores.

O absurdo “valor” da bolsa de valores
Um artigo da revista Exame tem o seguinte título “Coronavírus provoca perdas de US$ 25 trilhões nas bolsas do mundo todo” (link).
Esse é datado de 27/03/2020, ou seja, pouco mais de dois meses do anúncio dessa virose. Nem mesmo deu tempo para alguma empresa pensar em declarar falência. E 25 trilhões de dólares é mais que o produto interno bruto, no ano de 2018, dos Estados Unidos, Brasil e Canadá somados (relatório do Banco Mundial neste link).
Como então 25 trilhões poderiam deixar de existir?
Suponhamos que de fato esse valor algum dia tenha existido. A remota possibilidade de justificar seu desaparecimento seria mesmo a efetiva impossibilidade das empresas operarem e das pessoas comprarem produtos e contratarem serviços, por muito tempo. Mas como poderiam fazer uma conclusão tão catastrófica em tão pouco tempo?
Parece-me evidente que a resposta para tudo isso está no “valor” da bolsa de valores.
Nessa matéria da Exame dizem “Até a última quarta-feira (25), a soma do valor de mercado das bolsas do mundo inteiro totalizavam 65,867 trilhões de dólares contra os 89,156 trilhões dólares registrados no dia 20 de janeiro.
Segundo o site Woldometers.info, o PIB mundial total do ano de 2019 foi de 87.265 trilhões de dólares. Assim se vê que há proximidade com o valor de tudo o que foi faturado no mundo em 2019. Mas essa essa proximidade é mais uma evidência da artificialidade desse valor.
Pois o PIB mundial é a soma do valor bruto de tudo o que foi vendido, contratado, etc. em todo o ano e em todo o mundo.
Mas vejam o exemplo da Apple. Pois é uma empresa que pratica preços muito altos, assim tem uma margem de lucro também muito alta. Mas também é uma empresa promissora, porque já colocou no mercado muito produtos inéditos e atraentes. Ainda assim (artigo do G1 neste link), quando a Apple atingiu o valor de 1 trilhão na bolsa, o seu faturamento bruto trimestral já era superior a 50 bilhões. Considerando os quatro trimestres do ano, o seu faturamento bruto anual estaria em torno de 200 bilhões ou seja, um quinto do seu valor de mercado.
Nenhuma empresa do mundo se iguala a Apple em termos de domínio tecnológico e margem de lucro. Assim, entendo que todas as demais deveriam ter uma relação de valor de mercado e faturamento bruto anual inferior a da Apple ou pelo menos igual. Mas para todas as empresas que estão inscritas nas bolsas de valores do mundo terem essa mesma proporção da Apple, entre valor na bolsa e faturamento bruto, elas precisariam ter um faturamento bruto anual somado de um quinto do PIB mundial.
Isso, entretanto, é absolutamente impossível. Pois, ainda que sejam as maiores e mais importantes empresas do mundo, elas representam uma parte mínima do universo de empresas existentes. E o PIB contém muito mais que os valores faturados por empresas. Pois abrange tudo o que se compra e vende, ou seja, o movimento econômico gerado também pelo setor público.
Mas, ainda que se restrinja apenas ao faturamento das empresas, é preciso considerar uma absurda desproporcão, tomando como exemplo o Brasil.
Pois, pelo site da Bovespa (link), vê-se que há apenas 423 empresas operando na Bolsa de Valores. E, conforme informação publicada em site do Sebrae (link), existem no Brasil mais de 1 milhão de empresas com faturamento bruto anual acima de 4.8 milhões de reais.
Neste link há um quadro que mostra que somando também empresas que faturam mais de 360 mil reais por ano, são 1 milhão e novecentas mil empresas. Há ainda 6.5 milhões de microempresas e quase 10 milhões de microempreendedores individuais.
A situação é similar no mundo inteiro. Em site deste link pode-se ver o número de empresas listadas em bolsas de valores em todo o mundo.
E ainda, voltando ao exemplo da Apple, trata-se de uma das poucas empresas que têm lojas próprias.
A grande parte das empresas listadas nas bolsas de valores fatura apenas uma parte daquilo que seus próprios produtos representam na formação do PIB. Porque uma margem fica com os atacadistas, distribuidores, vendedores autônomos, etc.
Assim, entendo que é impossível que esse mínimo número de empresas da bolsa pudesse faturar um quinto do PIB mundial.

Nosso isolamento ainda ajuda a inibir a revolta da massa de pequenos investidores!
Mas, em matéria da BBC deste link, referem-se às perdas dos investidores como se fossem a coisa mais natural do mundo. O título é “Dói ver o dinheiro derreter': os jovens que foram da euforia ao prejuízo na Bolsa”.
É evidente que o isolamento social está sendo muito útil para tentarem justificar essas perdas, mas também para conter os que se revoltam, ao verem as economias que resultaram de seu trabalho e de seus esforços desaparecendo dessa maneira. Pode também servir para dizerem que os suicídios são causados pela angústia e isolamento e outras coisas desse tipo.
Assim, mesmo quem nunca investiu na bolsa de valores precisamos começar a questionar as autoridades, para que esclareçam esse valor estipulado para a bolsa de valores, em janeiro deste ano.
O perigo de tanto poder político-econômico
Se ficarmos inertes, estou certa de que a situação pode agravar-se muito.
O artigo deste link (https://vermelho.org.br/2019/10/01/engdahl-o-banco-central-dos-eua-ja-se-prepara-para-a-ruina-do-dolar/) é de autoria de um especialista em estudo da conspiração global. O original foi publicado em inglês no site do escritor em setembro (http://www.williamengdahl.com/englishNEO1Sept2019.php). 
Se ainda há quem prefira ridicularizar aqueles que acreditam que uma conspiração global está em curso, vai ter que acreditar em profecia. Pois esse artigo praticamente prevê isso que estamos vivendo. Diz que precisavam criar uma recessão econômica artificialmente, para alcançar os planos de estabelecer uma nova moeda de referência internacional, substituindo o dólar.
Mas também alerta para conspiração ainda maior e mais grave, que pretende instalar algo similar ao feudalismo medieval, retirando de novo o dinheiro de circulação: a possibilidade de as pessoas comprarem, venderem e conquistarem poder econômico, por meio de trabalho e investimentos, que permitam ainda o usufruto de alguma liberdade e direitos políticos.
De modo algum pretendo questionar os possíveis danos do coronavírus. Mas existem alternativas para preservar o direito de ir e vir e o direito de trabalhar, produzir, comprar e vender.
Se calamos, agravamos esses danos ou pelo menos estimulamos o seu agravamento.
Pois precisamos, sim, considerar a possibilidade de grande parte daquilo que os poupadores perderam ou ainda vão perder na bolsa de valores ser destinado para pesquisa e difusão de vírus, o que chamam de arma biológica, que é a uma das armas mais cruéis e covardes que se possa imaginar.
Ou seja: se deixarmos que destruam nossa economia e nossa liberdade com esse vírus, estaremos estimulando mais investimento nesse tipo de covardia e expondo a nós mesmos e a toda a população a riscos ainda mais graves.
A forma absurda como falam em financiar o ócio coletivo – como se os recursos públicos fossem infinitos – é uma amostra de quanto investem para manipular a opinião pública e convencer as pessoas a colaborarem com seus planos. Estou certa de que, mesmo dentro dos governos, há pessoas que são induzidas a colaborar, sem se darem conta da finalidade daquilo que estão fazendo.
Por isso, mesmo se tivéssemos liberdade para protestar nas ruas, o melhor a fazer nesse momento seria divulgar a verdade. Pois assim podemos alcançar pessoas que estão colaborando com tudo isso, sem se darem conta do que isso representa.
Peço então que leiam e ajudem a divulgar outros artigos que eu venho escrevendo sobre o assunto:
Dois Milênios de Conspiração em Nosso Meio – que publiquei neste blogue em 26/11/19 link, http://soniardecastro.blogspot.com/2019/11/dois-milenios-de-conspiracao-em-nosso.html
Reportagem sobre evidências de que a verdadeira origem do comunismo está naquilo que chamam de feudalismo link, https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhcnRpZ29kZW51bmNpYXxneDozMmVjOTQwMDM2NzkzNzM
E também o e-book Obscura Imposição do Comunismo com Apoio Católico Decálogo de Lenin: O Verdadeiro Golpe! (https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxzb25pYXJkZWNhc3Ryb3xneDo2ZGY0M2IxZjYwNmI2MmY1 )



sexta-feira, 20 de março de 2020

Loja de chinês ficou aberta, enquanto brasileiros foram obrigados a fechar!


O perigoso modelo criado pela Itália
No artigo Dois Milênios de Conspiração em Nosso Meio – que publiquei neste blogue em 26/11/19 (link, http://soniardecastro.blogspot.com/2019/11/dois-milenios-de-conspiracao-em-nosso.html) – apresento entre outros uma reportagem sobre evidências de que a verdadeira origem do comunismo está na Idade Média, naquilo que chamam de feudalismo –, que foi implantado e controlado pelos romanos (cópia em PDF neste link, https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhcnRpZ29kZW51bmNpYXxneDozMmVjOTQwMDM2NzkzNzM.
E esta semana o governo do Estado de Santa Catarina decidiu adotar o perigosíssimo modelo de combate à propagação do Coronavirus estabelecido pela Itália.
Tomei conhecimento do decreto na manhã de quarta-feira, por uma parente, pelo Whatsapp. Temendo que a situação se prolongasse e acreditando que houvesse necessidade de um prazo para circulação da notícia, apressei-me a ir comprar materiais que preciso para trabalhar.
Mas, ao chegar na avenida Presidente Kennedy, São José, encontrei quase todas as lojas fechadas. Eu pretendia comprar na Milium e na loja Bush, que é uma tradicional loja de materiais plásticos e afins.
Entretanto, em frente a esquina que fica entre essas duas lojas, que estavam fechadas, há uma nova loja chamada Maringá, que permanecia aberta. Trata-se de uma espécie de supermercado de quinquilharias da China. Como se vê no cupom fiscal, fiz uma compra no dia 18/03/2019 15h16seg.
Por essa imagem do Google vê-se que a fachada dessa loja é vermelha, nada discreta. Ou seja, de modo algum disfarçam a identidade chinesa.



Pesquisando no site da Receita Federal, vê-se que o único proprietário tem o nome de Li Zhuang. Pelo mapa, vê-se que existe até um distrito na China com esse mesmo nome. É evidente, portanto, que o proprietário dessa loja é chinês. Mas havia um estrangeiro aparentemente ocidental, de idioma espanhol, operando o único caixa.


É compreensível que o governo de Santa Catarina tome medidas de emergência, diante da suspeita de “200 casos de contaminação que evidenciariam transmissão comunitária”. Mas espero que reflita sobre essa opção pelo modelo ditado pela Itália.
Pois, estou certa de que, investigando empresários como esse chinês, há maiores chances de combaterem a origem do problema.
Todos sabemos também que o governo federal mantém muitos petistas em posse de importantes cargos comissionados. E já não é mais segredo para ninguém que o PT está diretamente relacionados ao projeto da esquerda internacional, de implantação de regimes totalitários, que tratam de destruir o poder econômico e social do povo – reduzindo todos à miséria – para perpetuarem-se no poder (link para vídeo https://www.facebook.com/CongressodoPovonaInternet/videos/749050588792153/?t=5) e vide introdução à segunda edição do e-book Obscura Imposição do Comunismo com Apoio Católico Decálogo de Lenin: O Verdadeiro Golpe! (link https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxzb25pYXJkZWNhc3Ryb3xneDo2ZGY0M2IxZjYwNmI2MmY1 ).
Assim, é muito importante que investiguem os responsáveis pela fiscalização do fechamento do comércio naquela área e em outras áreas do Estado. Pois o governo deve ter acesso à informação de faturamento registrada em cupons fiscais como esse, para investigar aquilo que está acontecendo em todas as cidades.
É evidente que a solução mais segura e efetiva para eliminar problema é investigar todos os que se beneficiam dessa desgraça. 
Por outro lado, a permissão para que uma doença gere lucro, privilégio, vantagem econômica para quem quer que seja, ainda estimula o investimento em propagação de doença.
E não se trata apenas de favorecer negócios da China. Mais preocupante ainda é que, conforme mostro na referida reportagem, a concessão de privilégio de comércio para estrangeiros foi a estratégia adotada em toda a Idade Média pela Igreja Católica, em parceria com aquilo que chamaram Sacro Império Romano Germânico, para manter o regime comunista feudal.
Por outro lado, há uma crise nas bolsas. Os estrangeiros devem estar ávidos por barganhas: novas oportunidades de exploração. A quebra de negócios no Brasil facilitaria o alcance desse tipo de pretensão.
E, conforme notícia o jornal Valor Econômico, o deputado Marco Feliciano referiu-se a picuinhas entre embaixador chinês e o deputado Eduardo Bolsonaro dizendo: “A China quer criar uma crise artificial com o Brasil...”. Disse que seria porque o presidente escolheu os Estados Unidos como parceiro. Mas – diante de todas essas terríveis circunstâncias em que vivemos – isso está mesmo soando como teatro, uma “cortina de fumaça”.

Graves riscos para a nossa saúde econômica
Qualquer um sabe que uma empresa que paga aluguel e funcionário precisa faturar. E que a redução no movimento econômico gera danos em cadeia, com evidentes consequências para todos. Já sofremos uma prolongada crise econômica. E as estatísticas mostram que sacrifício da economia brasileira, já tão fragilizada, não se justifica, de modo algum.

Uma doença perigosa apenas para idosos
Uma matéria do Correio Brasiliense do dia 18/03 tem o título é “Idade média de mortos por coronavírus na Itália é de 79,5 anos”.
Eles apresentam amostra da faixa etária de mortos por essa doença. De 2003 mortos, 1757 tinham mais de 70 anos de idade. São sete em cada oito mortos.
Apenas 17 mortos tinham menos de 50 anos de idade e todos esses 17 já tinham outras doenças e mais de 30 anos de idade.
Assim, o governo poderia exigir que aqueles que precisam circular pela rua isolem-se do convívio com idosos. Sejam obrigado a usar máscara e tomar banho antes de ter algum contato com idosos.
Mas proibir os jovens de trabalhar, em razão de uma doença que na Itália não gerou nenhum óbito em pessoa com menos de 30 anos, é evidentemente no mínimo desproporcional.



quarta-feira, 4 de março de 2020

Reclamação contra as violações no TST

Depois de já tantas ilegalidades no julgamento de meu processos trabalhista, não o encontrei na relação de processo julgados na pauta da sessão registrada no último acórdão (sobre o processo, vide matéria de 12/12/2019 (link) e a primeira reportagem do e-book Obscura Imposição do Comunismo com Apoio Católico Decálogo de Lenin: O Verdadeiro Golpe!: (link).

Assim, precisei agora questionar até mesmo se o processo foi de fato julgado naquela sessão. Mas também precisei questionar se foi julgado e depois retirado do teor da pauta que é publicada. Pois os ministros que participaram do julgamento poderiam usar a relação da pauta para dizer que nunca julgaram o meu processo, caso sejam questionados no futuro.
E eu espero que esse questionamento permaneça, até que sejam tomadas providências. Pois os fatos que envolvem esse processo configuram crime de tortura, conforme define a lei 9455, artigo 1º: “Constitui crime de tortura: I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental: (…) b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa”.
Assim, pedi providências ao Conselho Nacional de Justiça (link para petição, link para página com anexos, número do processo no CNJ: 0001839-89.2020.2.00.0000), visando a esclarecer essa questão sobre a pauta publicada e outras graves ilegalidades no julgamento.
Primeiro a súmula 727 do STF reafirma obrigatoriedade já estabelecida em lei de envio de recurso para o STF. O relator no TST só poderia recusar-se se os temas questionados no recurso já tivessem sido julgados pelo STF.
Caso se apresente um recurso chamado agravo de instrumento (ou agravo em recurso extraordinário) contra esse tipo de recusa, ele poderia até submeter o recurso a julgamento no TST, mas também teria que mostrar que os temas já foram julgados no STF.
Entretanto, em nenhuma decisão do TST consta alguma referência a três dos cinco temas do recurso que eu apresentei para ser julgado pelo STF.
E ainda, ao recusar o primeiro agravo, o relator, ministro Renato de Lacerda Paiva, disse que se retratava apenas para recusar-se a submeter sua decisão ao julgamento de outros ministros.
Tive que apresentar um novo agravo, a muito duras penas, pois meu advogado abandonou a causa (detalhes na reclamação ao CNJ link).
Consta ainda que, naquela sessão de julgamento, que durou apenas três horas e meia, foram julgados mais de 650 processos. Imaginem como podem julgar tantos processos em tão pouco tempo?
E ainda o meu processo só poderia ser julgado com alguma justiça, se cada um dos ministros lesse o teor do meu recurso. Pois tampouco as minhas alegações foram incluídas no texto que dizem que foi submetido a julgamento.


Ainda querem que eu pague para o Banco do Brasil
Apesar de tudo isso, ainda aplicaram mais uma multa de R$ 4.200,00, como punição por eu apresentar o recurso mais recente, dizendo que o meu recurso seria absolutamente improcedente.
Trata-se desse recurso no qual fiz ainda uma introdução lembrando que não há nenhuma justificativa para recusarem-se a remeter o recurso para o STF, em três dos cinco temas apresentados.
O mais importante desses temas é a ilegalidade do motivo da demissão. Pois aplicaram demissão por “justa causa” sem esclarecer bem o motivo, mas deixando entender que foi o fato de eu apresentar denúncias a autoridades competentes, sobre evidências de ilegalidade em procedimentos realizados no Banco do Brasil.
Assim consta na decisão do TRT que foi incorporada às decisões do TST:
“Nesse contexto, a alteração do decidido, notadamente quanto à conclusão de justa causa e não demonstração das "afirmações/acusações da reclamante quanto aos procedimentos do reclamado", dependeria do revolvimento da prova produzida (ou de fatos e provas)...”


E ainda querem mais
Como se já não tivessem extrapolado tudo, a advogada do Banco do Brasil contestou o valor da cobrança. Querem que eu pague também outras multas que me foram aplicadas por eu apresentar recursos anteriores. Recursos que são obrigatórios para poder recorrer ao STF.
São mais duas multas: uma de 8 mil reais e outra de 4 mil reais. Assim, querem que eu pague R$16.200,00, depois de terem usurpado emprego obtido por concurso público, todos os meus direitos trabalhistas e de terem imposto-me a calúnia de que apresentei “acusações criminais sem embasamento legal”. Cientes de que a “Justiça do Trabalho” recusou-se a julgar as provas de procedência e legalidade de todas as denúncias que eu apresentei.
Sendo ainda que a contestação da cobrança de uma dessas multas é um dos cinco temas do recurso que se recusaram a enviar para o STF. Pois foi imposta como punição por eu apresentar o recurso estabelecido pela súmula 356 do STF.