sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Terrível abominação: cuidado!!!!

Eu suspeito já ter sido induzida a sexo por ter tomado bebida contendo droga, em pelo menos cinco diferentes ocasiões na minha vida. Nunca fui à Polícia denunciar.

Nas três primeiras ocasiões, eu era jovem e nem sabia que isso é possível. Nas outras duas ocasiões, quando me dei conta do ocorrido, acreditei que já fosse tarde para poder detectar a droga por um exame.

Mas arrependo-me sobretudo de ter deixado de denunciar a pessoa que promoveu isso comigo pela última vez. Porque é um professor de 2º grau e porque minha filha assumiu uma conduta perversa depois que mudou de escola quando cursava o segundo grau.

Por isso, agora decidi expor quase toda a minha privacidade. Decidi correr o risco de ser tratada como louca, apesar de estar ciente de que é possível que o objetivo de tudo o que estão promovendo contra mim e vou relatar aqui seja somente induzir-me a fazer algo que possa ser usado para enquadrar-me como louca.

Porque a coisa toda é grave demais. E porque suspeito de que coisas como essas que estão acontecendo comigo possam agravar-se muito, possam atingir muitas pessoas, destruir casamentos e até mesmo acabar com a instituição do casamento e da família.

Sobretudo porque sei que vivemos numa sociedade na qual muitos homens ainda acreditam que o prazer sexual é reservado a prostitutas e aos homens. Acreditam que as mulheres devem arcar com os ônus do casamento sem jamais poder usufruir dos benefícios.

Estou certa também de que isso desagrada a Deus, por ser muito injusto com as mulheres-esposas. Assim acho possível que Deus decida punir o mundo, permitindo que essa coisa extremamente perversa se alastre em nosso meio.

E estou certa também de que, se eu tivesse a mínima curiosidade sobre o que é um orgasmo, eu já estaria viciada e aprisionada por essa perversidade.

Mas eu jamais permiti que alguém se relacionasse comigo sem me proporcionar prazer sexual. Sou muito bem resolvida nesse âmbito. Tanto que, em meados de 2012, publiquei um artigo no meu blogue no qual manifestei a decisão de desistir de tentar ter um relacionamento.

Foi quando compreendi que não tenho talento, nem paciência, nem mais esperança para isso. Mas eventualmente eu ainda me masturbava. Sempre, entretanto, tive muito cuidado e até culpa porque me preocupa o aspecto espiritual da masturbação. Porque é impossível ignorar que o sexo, mesmo solitário por meio de uma masturbação, afeta nosso campo espiritual e psíquico.

Meu primeiro cuidado sempre foi evitar ao máximo essa prática. O segundo, evitar pensar em pessoas, mas fantasiar apenas paisagens maravilhosas e restringir o ato ao seu aspecto físico. Creiam: é possível reduzir ao máxima as fantasias.

O resultado dessa decisão são os anos mais produtivos da minha vida. Anos em que dediquei minha energia vital àquilo que gosto e sei fazer. Produzi coisas que me dão uma satisfação muito superior a de qualquer orgasmo. Consegui também ser superior à hipocrisia que impõe às mulheres extremos sacrifícios a troco de simplesmente apresentar-se como mulher casada.

Eu já estava afastada de atividades sociais muito antes disso. Adoro dançar. Até 2003 fui muito ao Scuna Bar e algumas vezes ao Trintão. Era uma rotina. Mas tive que desisti disso em razão daquilo que já relatei no primeiro parágrafo.

Pois, infelizmente vivemos hoje numa sociedade demais perversa, na qual até pessoas próximas são capazes de envolver-se em complôs desse tipo. Preciso evitar os detalhes, mas podem ter certeza de que isso não é paranoia nem exagero.


Os fatos recentes

Há quinze dias, publiquei relato sobre ataque com fachos de calor. Isso se agravou muito depois daquela publicação. Logo na manhã do dia 14, fui a São José comprar mais manta térmica. Fiz um bom abrigo. Mas a temperatura subiu. Tive que juntar tudo e fazer uma coberta para me proteger. Nas noites daquela semana, consegui ter apenas momentos de cochilo.


A coisa horrível

A coisa gravíssima a qual me referi começou na manhã de domingo passado, quando eu estava num abrigo que montei com uma almofada e uma cadeira para usar o computador com a coberta por cima.

Estava ali sentada quando comecei a ter sensações muito reais de toque íntimo, de uma preliminar. Não de uma preliminar qualquer. Mas de algo que parece reunir muita informação. Minha primeira reação foi acreditar que se tratasse de uma sensação de prazer espontânea. Mas logo vi que era algo que ia muito além disso. Tive também a sensação muito real de uma penetração.

Acreditem: existe tecnologia para isso. Vemos como funcionam bem as próteses de braço por exemplo. Conheço pouco sobre a tecnologia relacionada ao que chamam de “Internet das Coisas”. Mas é algo que facilmente poderia levar a isso.

Temo que seja ainda mais grave. Temo que as mulheres vítimas possam estar sendo filmadas na intimidade.

Quando me dei conta de que aquilo não era normal fiquei meio paralisada mas orei e me veio a ideia de lavar-me.

Esfreguei todo o meu corpo com uma escova e isso sempre amenizou.

A matéria que publiquei dia 13 tem link para cópia da reclamação que enviei para a polícia. Tenho razões muito fortes para acreditar que aquilo que relatei sobre algo que é jogado sobre o telhado do imóvel em que estou seja algum material que sirva como uma espécie de condutor. Mas não é só isso.

Refiz o abrigo para dormir mais tranquila. Mas só durou até a noite de quarta-feira.

Eu fui dormir cedo, pois havia acordado muito cedo. Estava exausta. Mas então começaram a usar um instrumento de calor para fazer algo similar a uma preliminar. Fizeram aquilo por mais de duas horas, pelo tempo que acompanhei no relógio. Pois cochilei várias vezes. Mas no final meu corpo teve secreções iguais a de um orgasmo. 

Graças a Deus, estou conseguindo manter a consciência de que essa invasão é algo extremamente violento e repulsivo. E, portanto, consigo restringir essas sensações ao campo fisiológico. Mas parece que os homens não conseguem compreender que o prazer sexual para uma mulher depende que de uma sensação de bem-estar que vai muito além do campo fisiológico.

Na noite de quinta para sexta-feira o calor tornou-se violento. Tive a sensação de que tentavam assassinar-me. Fui puxando as camada do abrigo para cima de mim até que consegui um mínimo de conforto para cochilar.

Na manhã de sexta, ontem, fui comprar mais um rolo de 10 metros de manta. Dobrei e fiz uma boa cobertura para o abrigo.

Esta noite dormi pelo menos sete horas. Mas acordei com a clara sensação de estar sendo penetrada. Temo que haja um terminal, uma máquina, na qual criaturas que pareçam ser homens estejam fazendo isso.

Se meus temores se confirmarem, podem já existir bordeis onde mulheres estejam sendo reduzidas a condição de vegetal, servindo a esse tipo de criatura. Lugares onde elas sejam ligadas por dispositivos eletrônicos a máquinas usada por criaturas que conseguem ter prazer sexual nesse tipo de aberração abominável.


Dispositivo

Na matéria do dia 13, há um vídeo no qual mostro uma protuberância na minha cabeça, que resultou de um momento em que fui atingida. Acredito agora que aquilo foi uma espécie de tiro usado para injetar algum dispositivo na minha cabeça, que pode estar apenas gerando essas sensações ou serve para fazer alguma conexão com outro dispositivo.

Nas ocasiões em que fui atingida pela coisa jogada sobre o telhado encontrei muitos resíduos grudados sobre a minha cabeça. Numa outra ocasião em que fui atingida na nuca passei a unha e consegui retirar uma espécie de farpa.


domingo, 13 de dezembro de 2020

Grave violência e ameaça persistente

 Segue cópia de reclamação que enviei hoje para a Delegacia de São Pedro de Alcântara por e-mail, sobre fatos muito graves que estou enfrentado. Cópia neste link https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhdGFxdWVhYnJpbDIwfGd4OjMxYzNiMTE3Mjk2MzdiNWQ


Estou redigindo esta num cômodo que fica ao lado da Barbearia do Romário, em Santa Teresa, e faz parte da mesma propriedade. Foi alugado por meio de auxílio fornecido pela Prefeitura, depois do incêndio que ocorreu em minha residência em junho.

Nos últimos dias aqui, venho sendo alvo de ataques por meio de fachos de calor localizado que geram uma dor aguda na cabeça e desconforto na área do coração, seguido por uma palpitação e certa dificuldade para engolir a saliva.

Hoje senti apenas uma dor muito aguda, na pálpebra superior esquerda, quando usava a pia, e depois vi que há um inchaço no ponto da dor, que está também avermelhado. Mas isso não foi precedido de calor. Foi, entretanto, quase dentro do olho e não vi nenhum inseto que pudesse ter picado o local.

Noto eventualmente também fachos de calor dentro do imóvel. O facho de calor que precede os sintomas no meu corpo tem um diâmetro de aproximadamente 10 centímetros.

No primeiro desses eventos eu estava em pé ao lado da mesa. Senti então dor aguda na cabeça. Ficou evidente que veio da rua. Mas logo em seguida passou a vir das outras três direções e já na mais da direção da rua. Apenas hoje, 13/12 pela manhã, começou vindo de forma muito intensiva da rua. Mudei a posição do abrigo e então voltou a vir do lado leste do imóvel.

Mais adiante darei mais detalhes sobre esse abrigo.

Esses eventos foram intensificando-se a ponto de eu mal conseguir ficar sentada para comer e trabalhar.

Como tudo o que eu tinha em casa foi queimado e eu consegui apenas um colchão para dormir, eu trouxe um pedaço de manta térmica que estava no galpão, na minha propriedade, para colocar embaixo do colchão. É manta usada embaixo de telha para reduzir o calor.

Então eu coloquei essa manta dentro do abrigo feito sobre o colchão, onde venho usando o notebook.

Na quinta-feira, eu fui lá no galpão procurar um pedaço dessa manta que eu havia deixado lá e encontrei ainda outro pedaço grande que sobrou de uma construção feita pela família, no escombro da casa incendiada, para residência da Maria Karoline.

Essa manta é mais fina e notei hoje um furo de uns 9 mm de diâmetro, com a borda queimada. Vou tentar enviar uma fotografia.

Mas, graças a esse outro pedaço, pude melhorar o abrigo para dormir nos dias que se seguiram, que foram mais quentes.

Com o outro pedaço da manta mais resistente, eu fiz uma proteção para cabeça que vai até em torno dos ombros. Eu estava usando isso na sexta-feira, também quando trabalhava na pia da cozinha, e ainda assim fui atingida na cabeça. Senti uma dor muito forte que persiste no lado esquerdo. Passei então a usar camada dupla. Hoje estou precisando usar isso também na frente e atrás do peito, em torno do coração, pois os ataques intensificaram-se.



O local atingido é na curva entre a parte de frente e de trás, quase no alto da cabeça, do lado esquerdo. Há uma protuberância. Gravei um vídeo que tentarei enviar.

Nas sextas eu costumo limpar o ambiente, pois eu faço meu repouso semanal nos sábados. Por isso, fiquei mais tempo fora do abrigo.

Ontem a tarde, tudo se refrescou com a chuva, mas logo senti de novo os ataques. Mas ficou evidente uma interrupção entre dezesssete e dezenove horas. Em torno das 17:00h, eu também ouvi um carro arrancando, que pareceu estar quase em frente a barbearia.

Quando os ataques recomeçaram, eu decidi ligar para a Polícia Militar. Mas foi muito estranha a forma como fui tratada. Nunca imaginei que isso fosse possível. Pois a Polícia Militar costumava dispensar um tratamento ainda mais cortês e respeitoso que funcionários de repartições civis.

As duas primeiras ligações desligaram ou caíram logo depois que foram atendidas. A terceira foi atendida 19:06h (dia 12/12/2020). Mas o atendendente nem mesmo me deixou falar. Alegou que armas de calor não existem e que, por isso, trataria a ligação como trote. Expliquei que meu telefone é conhecido, que fiz ligações pedindo ajuda antes de ser vítima do incêndio na noite de 07 para 08 de junho, disse ainda meu nome e cidade. Mas nada disso adiantou. Ele desligou, impedindo-me de dizer qualquer detalhe sobre os ataques.

Assim, peço que isso seja registrado no inquérito que já tramita ou que seja aberto outro. Peço que me informem se é preciso ir aí fazer novo BO.


Ataques de parasita e o abrigo sobre meu colchão

Em 11 de abril, publiquei um segundo artigo sobre o ataque de parasitas, com imagem extraída de vídeo que ainda está disponível no Youtube, no qual mostro que minhas jugulares estavam muito inchadas. Há um link para o vídeo nesse referido artigo, que pode ser acessado por este link: soniardecastro.blogspot.com/2020/04/evolucao-no-tratamento-do-parasita.html

Recentemente publiquei uma nota sobre o tratamento que me curou. Mas nada disse sobre a continuidade dos ataques e do tratamento. O fato é que notei continuidade desse tipo de ataque, mas em intensidade inferior. Os sintomas iniciais, entretanto, são similares. Faço tratamento rápido, usando produtos naturais. Os sintomas nunca mais se agravaram.

Mas, depois que publiquei aquela nota, os ataques intensificaram-se de forma grave. Eu ouço um barulho que dá a impressão de ser algo lançado sobre o telhado. Pouco depois, uma coisa similar a poeira grossa cai sobre mim. Isso aconteceu mais em momentos em que eu apagava a luz para dormir. Por isso, passei a colocar o colchão em baixo de uma mesa e usei outra mesinha para criar o abrigo cobrindo tudo com roupas de cama.

Passei a tomar uma colher de sopa de vinagre de maçã, logo depois que percebia que algo entrava por minha boca ou nariz. Isso reduziu muito os sintomas.

Estou enviando este por e-mail com cópia por Whatsapp para o agente Sr. Moacir. O último e-mail que lhes enviei retornou. Quando estive a aí a agente que estava presente disse que a caixa de entrada deveria estar cheia e que a limparia. Depois disso, consegui reenviá-lo.

Assim, peço ao agente Sr. Moacir que me informe por Whatsapp se for preciso reenviar.




terça-feira, 10 de novembro de 2020

Remédios para parasitas

Quando redigi o artigo de 11 de abril, postei duas fotos mostrando que o volume das minhas jugulares já estava igualado. Na ocasião, até acreditei que tivesse normalizado, mas hoje vejo que ambas estavam inchadas.

O tratamento demorou. Fiz um novo ciclo com Albendazol, que sempre amenizou. Mas o problema persistiu. Então busquei outros tratamentos naturais pela Internet. Tomei chá de erva doce, cravo da índia, cúrcuma e de semente de abóbora. 

Usando todos eles fiquem bem. Mas não sei dizer qual ajudou mais.

Reuni as receitas que usei neste link.

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Invento que traz proteção e liberdade pode ser também muito perigoso

Assim ficou minha casa depois da noite de 07-08 de junho.

Acho que qualquer pessoa que lesse o que eu publiquei no período que antecedeu o incêndio suspeitaria de uma retaliação. Mas, também terminei ajustes no protótipo e correções nas abraçadeiras da Armadura Tubular®, na semana que antecedeu o incêndio. Um resultado que eu só alcancei depois de quase 16 anos.

Esse equipamento proporciona proteção efetiva em motocicleta, bicicleta e pode facilmente ser adaptado para novos veículos individuais, como os patinetes elétricos. Sabemos que, usando esses veículos, é possível fugir da opressão do trânsito e do sistema de transporte coletivo, gastando pouco.

E, com Armadura Tubular®, deixa de ser fácil eliminar uma pessoa livre, de senso crítico, com uma batidinha ou tombo, que acaba sempre sendo tratado como acidente.

Ou seja, um equipamento de proteção como esse reduz muito o campo de atuação dos covardes. Dá poder às pessoas que preferem ganhar pouco e manter a consciência tranquila, viver vida honesta e decente.

Tanto que, apesar das forças contrárias, graças a Deus, consegui refazer o protótipo da Armadura Tubular® destruído no incêndio. O resultado pode ser visto neste vídeo, no qual conto também um pouco de toda essa história:

https://www.youtube.com/watch?v=chWVJEdYTls&feature=youtu.be


Clara oposição a este invento

Na manifestação desse outro vídeo do link abaixo, eu relato atos cometidos por meus próprios familiares, depois do incêndio, visando claramente a impedir-me de continuar esse trabalho. Ou seja de impedir-me de tirar algum proveito de tudo o que investi e trabalhei por quase 16 anos. Ou pior, talvez visasse a impedir que esse equipamento entre no mercado.

https://www.youtube.com/watch?v=hvY5S_7Q1Rc&t=2s

Relatei também uma manifestação contrária ao direito de obter patente no exterior emitida por funcionário do INPI.

Entendo que é preciso refletir: se vivemos em estado de direito, como meus parentes e uma autoridade do INPI ousam tanto? Ninguém mais teme uma condenação com base nas leis vigentes?

Acho que, para entender isso, é preciso ler o artigo cujo título é Perseguição, ocultação de nossa origem hebraica e as leis que ajudam a explorar os brasileiros. Pode ser baixado por este link.

Essa é uma importante história que nossos ancestrais preferiram esquecer e ocultar, porque se trata de fatos graves: desapropriação de bens e de direito à herança; assassinatos cruéis de pessoas, que eram queimadas vivas em fogueiras pelo reino de Portugal, seguindo decisão de membros da Igreja Católica.

Procedimentos por meio dos quais todas as leis e direitos deixavam de ser considerados. As piores crueldades ficavam impunes. Denúncia anônima era tratada como prova. Aos acusados era negado qualquer direito a defesa.

Muitos preferem dizer que isso é coisa de outro tempo. Mas também desconsideraram todas as minhas tentativas de me defender da calúnia que é ainda praticada nos autos do processo trabalhista 88-84.2014.5.12.0035, cujo processamento é objeto de reclamação ao Conselho Nacional de justiça, no processo 0001839-89.2020.2.00.0000, que também tramita de forma incomum, conforme artigos que publiquei neste blogue em agosto e outubro/2020.


Nossa história e nosso valor

Conhecendo nossa origem, podemos compreender mais sobre nossa cultura e aprender a dar valor a nós mesmos e a nossos talentos. Pois é exatamente isso que nos tentam tirar.

Tentam convencer-nos a ter vergonha de dar nosso jeitinho, como se nosso talento fosse uma safadeza. Mas pior que isso, querem que nos conformemos com o roubo do produto do nosso trabalho, que é praticamente institucionalizado por regras do sistema de patente. 

Pois basta causar uma grave dificuldade que impeça o inventor de pagar uma taxa ou cumprir um prazo, para que qualquer um possa roubar todo o seu trabalho.

Ou seja, essas regras legalizam o roubo e estimulam graves formas de violência contra os inventores. Premiam aqueles que – em vez de investir e trabalhar para produzir algo – ficam a espreita de quem o faz, para puxar o tapete e usufruir do produto do trabalho e investimento alheio.

Mas os mandamentos de Deus e o Código Penal condenam o roubo, jamais o talento e muito menos o esforço, o investimento e o trabalho, como tentam estabelecer, visando a expropriar-nos


O comunismos católico feudal

O referido artigo eu produzi em novembro do ano passado. Publiquei neste blogue com outros dois, em 25 de novembro/2019.

http://soniardecastro.blogspot.com/2019/11/dois-milenios-de-conspiracao-em-nosso.html

Fui motivada a produzi-los por descobertas que eu fiz na página de Facebook @ursaloficial, em outubro de 2018.

Adiei aquele trabalho por mais de um ano, correndo para cuidar do meu invento. Mas, quando recebi o documento com a opinião da autoridade responsável pela busca internacional do INPI, entendi que de nada adiantaria cuidar do meu invento em particular. Precisava pelo menos tentar fazer algo para mudar essa conjuntura que nos cerca.

Eu estava concluindo a primeira versão do desenho desse protótipo atual em programa 3d. Mas então deixei aquele trabalho de lado para mergulhar em pesquisas. E o que eu encontrei pela Internet é muito mais grave que tudo o que sugerem naquela página de Facebook.

Fica claro que o comunismo foi criado pelos romanos, mais especificamente pela Igreja Católica.

Já na antiguidade, eles recrutavam os marginalizados, de forma muito similar aos atuais sem terra, petistas e similares. Assim estabeleceram o Feudalismo. Acabaram com as escolas por pelo menos três séculos. E até hoje conseguem manipular os livros para impedir-nos de conhecer nossa própria história e a verdadeira face do sistema que domina o mundo.

O artigo pode ser visto por ser baixado por este link.

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Confirmada a veracidade da cura do Covid 19 pelo zinco

Uma importante agência de notícias internacional, a PR Newswire, noticiou (link) que a experiência de cura do médico Vladimir Zelenko foi revisada e confirmadas por dois médicos alemães.

Essa investigação ou revisão era uma condição para que o médico pudesse publicar sua experiência em revistas científicas. E deve fazê-lo agora. 

Segundo o artigo da PR Newswire, os médicos que fizeram a revisão são Dr. Roland Derwand – especialista na indústria de ciências da vida – e Professor Martin Scholz, consultor independente e professor adjunto de medicina experimental na Heinrich Heine University, Düsseldorf, Alemanha.

Foi criado um site especialmente para divulgar esse estudo: https://thezelenkoprotocol.com/

Esse tratamento é tema de artigo que publiquei em 13 de maio neste blogue.

Infelizmente a pesquisa realizada em hospital de Nova Yorque, que noticiei no mesmo artigo, ainda não teve resultado algum divulgado.

Os dados podem ser vistos nesse site https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT04370782. Consta previsão de apuração de resultados primários para 30 de setembro, sem que haja nenhuma publicação desses resultados.

Mas parece-me evidente que esses dois médicos jamais teriam confirmado as informações sobre o tratamento, sem verificar os resultados primários dessa experiência que é realizada em Nova Yorque.

Difícil é entender porque exaltam tanto os riscos, impõem tantas restrições à população, ao mesmo tempo em que negligenciam as informações sobre esse tratamento de sucesso.

Brasil continua negligenciando a cura pelo zinco

Ainda que esse tratamento use a hidroxicloroquina apenas como auxiliar na assimilação do zinco, o Ministério da Saúde continua divulgando a prescrição de cloroquina e hidroxicloroquina sem incluir o zinco. O documento pode ser visto por este link, páginas 6-12.

Mas mostram que estão cientes da eficácia do zinco. Pois consta referência ao produto numa das 26 notas explicativas que apresentam no final do documento, a nota número 17, na página 19.

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Pode um processo do CNJ desaparecer?

 [O texto que segue é de uma carta aberta que enviei hoje para os ministros do Conselho Nacionald e Justiça (CNJ), cópia neste link, e do Tribunal Superior do Trabalho (TST), cópia neste link.]

Fui informada de que teria sido “inserido sigilo nos autos” do processo CNJ 0001839-89,2020.2.00.0000 (resposta ao registro Ouvidoria/CNJ 279918 neste link).

Mas na decisão que referem, proferida em 05 de agosto de 2020, cuja cópia me foi enviada por correio (link) nada consta sobre sigilo, ou seja, falta qualquer fundamento que justifique tal sigilo.

Tentando esclarecer essa contradição, apresentei novo registro de Ouvidoria (link), em cujo item 3 pedi informação sobre a publicação da decisão. Pois entendo que uma decisão que estabelece sigilo, com seus respectivos fundamentos, deveria ser publicada.

Conforme texto desse mesmo e-mail (link), na “resposta” enviada nada consta sobre esse meu pedido. Mas consta que o referido processo teria sido “arquivado em 1º de setembro de 2020”.

Compreendo que o arquivamento de um processo que já nem mesmo aparece na área de busca do site do CNJ configura-se em segredo sobre a própria existência desse processo. Algo absurdo considerando disposições da Constituição: o princípio de Publicidade do artigo 37 e o inciso LX do artigo 5º LX - “a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem”.

A Constituição, portanto, admite restrição da publicidade apenas de “atos processuais” e jamais do processo em si.

E os artigos 112 e 116 do regimento interno do CNJ, em referências à possibilidade de sigilo, reportam-se às disposições da lei e da Constituição

Localizei ainda artigo muito específico sobre o tema, do qual extraio o seguinte:

Necessário ressaltar que o segredo de justiça está vinculado aos atos do processo e não à sua própria existência, que sempre será pública. Neste sentido: "(...). O Código não explica a extensão do segredo, que afeta todos os atos praticados no processo, como acima ficou dito. Cumpre distinguir, porém, entre o sigilo sobre o conteúdo do processo, que a lei impõe, e o segredo quanto à existência mesma do processo, de que a lei não cogita; não impõe. (...)".

(O segredo de justiça no Novo Código de Processo Civil – Análise das principais inovações, Luiz Manoel Gomes Junior e Jussara Suzi Assis Borges Nasser Ferreira)

Esse artigo trata de disposições do artigo 189 do novo Código de Processo Civil, que regulamenta a possibilidade de sigilo, exigindo, portanto, fundamentos que justifiquem o sigilo dos atos processuais.

A mim, entretanto, já não surpreende essa imposição de sigilo sem qualquer justificativa para tal, considerando as graves ilegalidade ocorridas em minha ação trabalhista 88-84.2014.5.12.0035, cujo processamento é objeto desse meu pedido de providência (processo CNJ 0001839-89,2020.2.00.0000).

Pois nessa ação trabalhista foi homologada minha demissão por “justa causa” do Banco do Brasil”, emprego que obtive por meio de aprovação em concurso público promovido pela Fundação Getúlio Vargas em 2004, para o então Besc (incorporado). A razão dessa “justa causa” seria o fato de eu ter apresentado reclamações muito bem fundamentadas para a Polícia e Ministério Público, sobre procedimentos ilegais realizados no BB, depois que a reclamação que apresentei para a Auditoria Interna ficou sem solução.

O procedimento administrativo que levou à demissão foi iniciado ainda somente dois anos depois que apresentei as denúncias e logo depois que assumi cargo na Cipa, eleita por empregados, com o objetivo de combater os constrangimentos para compactuar com procedimentos ilegais.

Somente depois da demissão e no curso do processo trabalhista, tive acesso a relatório secreto no qual sou acusada de cometer o crime de denunciação caluniosa. Jamais se pronunciaram sobre as provas e argumentos que demonstram que essa acusação é absolutamente falsa. Em todo o processo trabalhista, o meu direito de defesa foi negado. Nunca houve um inquérito criminal.

E, conforme o recurso (link) que apresentei, a minha reclamação para o CNJ (link) baseia-se nos seguintes fatos:

1 - o meu processo trabalhista 88-84.2014.5.12.0035 nem mesmo consta na relação dos processos em pauta na sessão do Órgão Especial publicada no site do TST, na qual em tese teria sido julgado;

2 - em decisão monocrática anterior já houve uma falsa retratação, apenas como pretexto para deixar de submeter aquela decisão anterior ao colegiado;

3 – ocorre usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal para julgar o recurso extraordinário que apresentei, sem que constem nas decisões publicadas nem mesmo referência a três dos cinco fundamentos do recurso extraordinário.

Pode-se ver no item 1 do documento anexo 3 (link) que pedi para ser informada sobre andamento do meu recurso nesse processo, por ter ficado sem meio para acompanhar seu movimento, depois que deixou de ser exibido na área de busca dos site do CNJ. Mas tudo o que dizem na resposta é que pretendem enviar-me cópia das decisões por correio.

Assim, sem meio para verificar nem mesmo o movimento desse processo, com a devida vênia, solicito especial atenção a eventual tramitação desse pedido de providência no Plenário do CNJ (processo CNJ 0001839-89,2020.2.00.0000).

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Recurso ao CNJ

Para evitar a possibilidade de recusa de recurso ao Conselho Nacional de Justiça por descumprimento de prazo, fui ontem a Florianópolis colocar  o documentos no Correio. Pois lá o prazo costuma ser pelo menos um dia inferior ao daqui onde moro.

Trata-se de recurso contra a decisão no processo 0001839-89.2020.2.00.0000, tema de artigos que publiquei neste blogue esta semana e em março (http://soniardecastro.blogspot.com/2020/03/reclamacaocontra-as-violacoes-no-tst.html)

A cópia do recurso pode ser vista neste site https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxyZWNsYW1hY2FvdHN0Y25qfGd4OjZkOWE1OTIwNTFiYWM4ZTM e dos dados de rastreamento neste https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxyZWNsYW1hY2FvdHN0Y25qfGd4OjIwZDM5YTYwYzZjY2U2MzI